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Presidenciais: José Maria Neves destaca apoio do PAICV no reforço da dinâmica da vitória em construção

Cidade da Praia, 02 Jun (Inforpress) – O candidato a Presidente da República José Maria Neves considerou hoje na Cidade da Praia, o apoio do PAICV à sua candidatura de um importante contributo no reforço da dinâmica da vitória em construção.

“O PAICV é o partido da independência, um dos fundadores da democracia cabo-verdiana e cabouqueiro do processo de construção do Estado e de lançamento dos alicerces do desenvolvimento, pelo que o seu apoio é muito honroso para mim”, disse, realçando que os partidos políticos são importantes para a democracia representativa, por serem “pilares do Estado de Direito Democrático” e porque “desempenham, de entre outras, importantes funções políticas, pedagógicas e representativas”.

Em declarações à imprensa para falar do apoio do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) à sua candidatura, José Maria Neves, que disse estar aberto a outros apoios, afirmou que a sua candidatura é de “todos os quadrantes políticos e sociais do campo político cabo-verdiano” e prometeu ser “um Presidente de todos os partidos políticos, de todas as ilhas e das comunidades da diáspora, as quais merecem a presença, o afecto e o cuidado permanente do Presidente da República”.

Na sua comunicação, José Maria Neves assegurou que pretende fazer uma campanha elevada, que respeite escrupulosamente as regras sanitárias, de debate de ideias e de propostas sobre o exercício da Presidência da República.

“Vamos fazer campanhas que não promovam aglomerações e arruadas. A nossa campanha será soft e voltada para um dialógo intenso com as pessoas, através das redes sociais e, se os órgãos de comunicação social colaborarem, termos de fazer mais debate e adaptação à pandemia, para que as mensagens possam chegar a todos”, prosseguiu, salientando que a ideia é fazer debate online sobre as mais diferentes questões que dizem respeito a República e sobre o que os cabo-verdianos esperam do Presidente da República.

Neste âmbito, o candidato que diz estar “muito mais confiante na vitória” com o apoio do PAICV, afirmou que a indicação feita aos mandatários mostra a sua determinação em fugir ao confronto político partidária, visto que o confronto é entre candidaturas e entre projectos alternativos do exercício da Presidência da República.

 O candidato que promete uma campanha cívica, pedagógica e cidadã, garantiu ainda que vai trabalhar para ganhar as eleições na primeira volta.

“Tenho uma confiança inabalável nos cabo-verdianos e, por isso mesmo, espero ganhar as eleições presidenciais de 17 de Outubro. Os argumentos desta candidatura estão voltados para os desafios do presente e do futuro e estão sintonizados com os sentimentos e as aspirações dos cabo-verdianos, nas ilhas e na diáspora”, disse.

José Maria Neves, promete ainda caso for Presidente da República, intervir para maior vacinação e a reconstrução do país na pós-pandemia, maior apoio às empresas em dificuldades, ao emprego, à habitação, ao combate à pobreza, às desigualdades e à exclusão social, a reforma e modernização do Estado e da Administração Pública.

Acrescentou ainda que as questões ambientais, as transições energética e digital, a qualidade do ensino e da formação profissional, a melhoria dos serviços da saúde e o empoderamento das famílias estão no topo da sua agenda, a ser concretizada sempre em cooperação estratégica com Governo, demais órgãos de soberania e as autarquias locais.

Questionado sobre que influência estará disposto a fazer para melhorar a comunicação com a diáspora, José Maria Neves, que admite a necessidade de se fixar políticas públicas subsistentes para a diáspora, lembrou que enquanto primeiro-ministro, criou o Ministério das Comunidades.

“A diáspora pode ser um pilar fundamental para a modernização e a transformação de Cabo Verde para que possamos conseguir alcançar o desenvolvimento sustentável no horizonte 2030. Da parte de Cabo Verde teremos de fazer mais e o Presidente da República será o dirigente que estimula e resgata o orgulho de ser cabo-verdiano, agindo no sentido de ser cada vez uma maior ingerência da diáspora no processo global de desenvolvimento do país”, indicou.

Com a África, promete, quando for eleito, ser um Presidente presente na região e no continente, alegando querer que a África conheça Cabo Verde, descubra o positivismo enquanto país africano que deseja o desenvolvimento e que quer a transformação do continente para que as africanas e os africanos vivam com “muito mais dignidade”.

“Temos de abrir mais ao mundo, sermos muito mais cosmopolíticas e a altura do desenvolvimento e da modernização de Cabo Verde. O futuro de Cabo Verde passa estrategicamente por esta opção”, disse, afirmando que o país deve abrir para melhor ascensão de todos quando chegam e querem viver neste arquipélago.

O candidato a Presidente da República que promete trabalhar, neste sentido, afirmou que Cabo Verde deve ser uma ponte de civilização e de culturas positivo, de diálogo, paz e amizade.

PC/DR

Inforpress/Fim

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