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Praia possui mais de 800 crianças com necessidades especiais para frequentar o sistema educativo – responsável

Cidade da Praia, 28 Fev (Inforpress) – O coordenador da Equipa Multidisciplinar de Apoio a Educação Inclusiva da Delegação Escolar da Praia disse hoje que a nível do concelho da Praia já foram identificadas mais de 800 crianças com necessidades especiais para frequentar o sistema educativo.

Vitorino Ramos, fez essa revelação em declarações à imprensa, quando falava sobre a entrega dos equipamentos, adquiridos através do financiamento das Nações Unidas/Unicef e da Carta Política Integrada-EFE, que teve lugar esta manhã, na escola primária do bairro de Vila Nova, na Cidade da Praia.

Segundo o especialista em educação especial, a cada ano, vem aumentando o número de crianças com necessidades especiais em salas de aula comum, o que implica ter matérias necessários para elaboração dos materiais didáticos.

“Por este motivo, estes equipamentos são de grande significado para o trabalho que realizamos a nível das escolas e na elaboração dos materiais didáticos”, assegurou.

Vitorino Ramos, para quem esta missão como “um desafio aos educadores” que têm de actualizar, estudar e buscar formas diferentes de ensinar as crianças com necessidades especiais que se encontram em turmas mistas, é de opinião que ainda há muito por fazer para que a “inclusão escolar” seja plena.

Enquanto isso, e para maior inclusão das crianças que já se encontram no sistema educativo, Vitorino Ramos adiantou que o foco da Equipa Multidisciplinar de Apoio a Educação Inclusiva da Delegação Escolar da Praia é atender a todas as necessidades educativas especiais permanentes, ou seja, alunos com deficiências a vários níveis.

No concelho da Praia, as crianças com necessidades educativas encontram-se divididas em duas regiões: região norte e sul, sendo que a região norte integra escolas do bairro de Vila Nova e a Sul, escolas de Achada Santo António.

Em cada uma das regiões, explicou, encontra-se a trabalhar três técnicos, um psicólogo clínico, uma assistente social e um psicopedagogo.

O avanço da inclusão escolar em Cabo Verde, nos últimos anos, pode ser explicado tanto por políticas públicas como por leis e mudança de mentalidade da população que tem levado os seus filhos com deficiência a frequentar a escola.

PC/CP

Inforpress/Fim

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