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Praia: Instituições infantojuvenis com várias oficinas patentes nas colónias de férias

Cidade da praia 13 Jul (Inforpress) – Instituições infantojuvenis da Cidade da Praia já estão a receber crianças jovens e adolescentes para as colónias de férias com várias oficinas patentes, visando preencher o tempo livre dos alunos e despertar neles o lado artístico e criativo.

Adalberto Tavares, assistente administrativo da CV Babel, adiantou à Inforpress que a instituição iniciou as actividades da colónia de férias no dia 6 de Julho, disponibilizando várias oficinas, nomeadamente cinema e audiovisual, ciência de tecnologia, desporto, línguas e culturas e reflexões à volta do contexto da pandemia da covid-19.

As actividades estão a serem desenvolvidas na sede da CV Babel, situada na Fazenda e na escola primária da SOS, ao ar livre e no Parque 5 de Julho, e serão feitas também visitas a instituições e locais emblemáticos como a Cidade Velha com vista a dar aos alunos a conhecer um pouco da história de Cabo Verde.

Com a duração de dois meses e meio, o preço, segundo Adalberto Tavares, varia de quantos dias por semana o educando irá participar na colónia de férias e da modalidade da oficina escolhida, pelo que são 4.000 escudos incluindo almoço, três vezes por semana e 5.600 escudos para cinco vezes por semana, mais almoço.

Devido a pandemia, o responsável disse ainda que não estão a receber muitas pessoas para evitar aglomerações, e todas as restrições estão sendo adoptadas.

Por outro lado, Lígia Timas, coordenadora da academia de Artes Cesária Évora, avançou à Inforpress que as actividades iniciaram também no dia 6 de Julho, tendo salientado que o calendário que seguem é baseado no do Ministério da Educação.

Segundo a mesma fonte, apresentaram este ano sete oficinas, a de musicalização, histórias e ilustrações, teatro, viagem pela música, fotografia e oficina experimental de violino contrabaixo.

Ligia Timas afirma que pretendem com as oficinas despertar o lado artístico nas crianças, jovens e adolescentes, sensibilizar os pais a inscrever os filhos nas actividades que englobam oficinas experimentais, que analisam se os alunos têm aptidão para dar seguimento às actividades que realizam ao longo do ano.

De maneira que, justificou, as oficinas não são só para ocupar o tempo livre da camada infanto-juvenil durante as férias lectivas, mas são também focado para o desenvolvimento de competências artísticas, visando a continuidade da mesma.

O valor, conforme aludiu Ligia Timas, depende do que se pretende, de maneira que a instituição disponibiliza ofertas de 1.000 escudos, 1.500 escudos e de 2.000 mil escudos, sublinhando que algumas oficinas decorrem até final de Julho e outras são de três semanas.

Manuel de Pina, articulador da Associação de Crianças Desfavorecidas (Acrides), adiantou à Inforpress que o programa para colónia de férias está ainda em construção, mas preveem fazer actividades culturais que vão ao encontro do público alvo da instituição, ou seja, alunos de 6 a 12 anos.

Este ano, sublinhou este responsável, a colónia de férias será realizada a um prazo curto, devido a conjuntura, a da covid-19, pelo que necessitam também de apoio de parceiros e neste momento estão nesta fase, porém fez saber que as actividades estão previstas para iniciar em Agosto e poderá ser gratuito.

As oficinas que normalmente a Acrides disponibiliza são de carácter cultural, desportivo, ambiental e cidadania, promovem também palestras e, para esse ano, o discurso será sobre a campanha abuso e combate de exploração sexual que decorre sobre o lema “Não toques no meu Corpo”, concluiu Manuel de Pina.

TC/CP

Inforpress/Fim

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