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Praia: Hospital Agostinho Neto vai oferecer atendimento gratuito e especializado a alunos com necessidades Educativas Especiais

Cidade da Praia, 09 Set (Inforpress) – O hospital Agostinho Neto, na Cidade da Praia, vai oferecer atendimento gratuito e especializado aos alunos com necessidades educativas especiais, no âmbito de um acordo hoje assinado com a Delegação do Ministério da Educação da Praia.

Para o presidente do conselho da administração do hospital Agostinho Neto (agora hospital universitário), Imadoeno Cabral, a assinatura do presente protocolo representa o resultado de um “excelente trabalho” que se tem estado a desenvolver na região da Praia.

“Já temos identificado que a equipa (do ministério da educação) está a acompanhar mais de três centenas de crianças, por isso, o conselho de administração entendeu ser oportuno também fazer parte desta equipa assinando este protocolo”, afirmou.

Ainda nas suas declarações, este responsável destacou que o conselho de administração do hospital dá uma “importância extrema” à iniciativa de promover uma educação inclusiva, sobretudo às crianças em idade escolar e aos jovens que têm necessidades educativas especiais.

“Nós gostaríamos de manifestar que o nosso compromisso e a nossa disponibilidade, de toda a equipa técnica do hospital, quer especialistas quer técnicos, é apoiar com consultas de especialidade gratuitas. Também garantir uma assistência atempada às crianças e jovens nessa circunstância”, ressaltou.

Imadoeno Cabral avançou ainda que o hospital irá criar “todas as condições” necessárias, inclusive uma sala especializada para que os professores possam ter acesso às crianças com necessidades educativas especiais internadas naquele centro hospitalar.

“Gostaríamos de encorajar e deixar uma palavra de esperança a todos os professores, a toda a equipa que esteve empenhada durante todo este tempo a acompanhar estas crianças. A equipa do hospital Agostinho Neto estará sempre disponível para apoiar e abraçar a causa e fazer com que as crianças tenham um acesso equitativo, de qualidade aos serviços hospitalares”, frisou.

Por seu turno, o Delegado da Educação da Praia, Adriano Moreno, ressaltou que há muito que havia essa necessidade porque há crianças que estão sinalizadas como sendo portadoras de necessidades educativas especiais, mas, contudo, não havia um diagnóstico médico.

“Este protocolo vai possibilitar às crianças terem acesso às consultas de especialidades onde serão diagnosticadas e a partir dali as equipas multidisciplinares das duas salas de recurso, podem fazer um trabalho mais direccionado”, defendeu.

Para as crianças que estão internadas por um longo período, relembrou este responsável que com este protocolo vai-se poder levar professores para acompanhá-los e aplicar as provas para que as mesmas não percam o ano lectivo na sequência do internamento.

“Para nós não é uma questão de gratuitidade, é também poder ter acesso às consultas de especialidade de forma muito mais rápida e sem custos. Porque as pessoas para marcarem uma consulta precisam pagar para fazer uma ficha. Com este protocolo as pessoas que já estão sinalizadas vão estar isentas de pagar qualquer taxa e podem, desde que seja indicado pela equipa multidisciplinar, ter acesso às consultas de especialidade completamente gratuito”, finalizou.

GSF/HF

Inforpress/Fim

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