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Praia: Câmara e Pró-Empresa avançam com medidas de apoio a comerciantes do Sucupira afectados pelas chuvas

Cidade da Praia, 30 Set (Inforpress) – A Câmara Municipal da Praia avançou hoje um conjunto de medidas que está a tomar, em colaboração com o Governo, através da Pró-Empresa, para resolver os problemas dos comerciantes do mercado do Sucupira afectados pelas últimas chuvas.

Em conferência de imprensa, realizada hoje na cidade da Praia, a presidente substituta da câmara, Maria Aleluia Andrade, elucidou que logo depois das chuvas de 12 de Setembro, que provocaram estragos significativos no mercado do Sucupira, a autarquia entrou em contacto com o Governo e outros parceiros para implementar medidas para ajudar os comerciantes, principalmente mulheres que perderam bens.

“Fizemos uma avaliação e, neste momento, com o apoio do Governo, através da Pró-Empresa, estamos a implementar medidas, através de crédito bancário, de microcrédito, e também ver como formalizar os comerciantes para terem acesso e até teve a ideia do vice-primeiro-ministro, que disse que podíamos dar a eles um juro bonificado até seis meses”, acrescentou.

A Câmara Municipal da Praia, por sua vez, garantiu a autarca, isentou o comerciante de pagar a renda até Dezembro.

Também presente da conferência de imprensa, o presidente da Pró-Empresa, Pedro Barros, explicou que o apoio aos comerciantes se traduzirá no acesso a recursos financeiros, nomeadamente no acesso a crédito para poderem fazer compras e relançar o negócio.

“A câmara, através do Serviço Público De Abastecimento Município Praia – SEPAMP, fez um levantamento de 200 e tal operadores, de todos os prejuízos, de todas as necessidades que têm, e a Pró-Empresa, de seguida, fez o atendimento de dezenas de pessoas, para fazer aconselhamento e orientação para conseguirem fazer uma avaliação de quanto é que precisam, em termos de dinheiro, para retomarem o negócio”, prosseguiu.

O crédito, referiu Pedro Barros, poderá ser obtido junto de um banco ou de instituição de microcrédito no montante que precisam. Já o prazo, informou, vai ser negociado depois em função de cada negócio e em função do valor total.

“Nos primeiros tempos, o negócio pode funcionar com alguma lentidão, por isso durante os primeiros seis meses vão ter bonificação de juros de modo que os operadores não devem preocupar muito neste momento com custo do dinheiro, mas sim com outras condições para discutir com o banco e com as instituições de microcrédito porque todo o resto conseguimos negociar com as instituições para que retomem com maior tranquilidade possível”, acrescentou.

Outro objectivo é também ajudar os comerciantes que ainda não formalizaram os seus negócios a fazê-lo criando uma empresa em nome individual ou em conjunto. Aliás, entende Pedro Barros, que é mais vantajoso trabalhar como empresa ao em vez de trabalhar em nome individual.

“No balcão de atendimento que está no SEPAMP criamos todas as condições para que as pessoas constituem as suas empresas ali. Ou seja, na Pro-Empresa, qualquer pessoa interessada pode criar uma empresa, mas estamos a deslocar também para o ponto de atendimento com a possibilidade de ali criar empresa. Quem for no ponto de atendimento será aconselhado, orientado e obterá informações, mas também poderá constituir a sua empresa”; finalizou.

GSF/CP

Inforpress/Fim

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