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Praia: Bloco II da Escola Técnica transferido para antigas instalações do Instituto Universitário de Educação da Uni-CV (c/vídeo)

Cidade da Praia, 08 Out (Inforpress) – O bloco II da Escola Secundária Polivalente Cesaltina Ramos (ESPCR), na Cidade da Praia, está a funcionar, desde segunda-feira, nas antigas instalações do Instituto Universitário de Educação da Uni-CV, na Achada de Santo António.

Em declarações à Inforpress, o director da ESPCR, também conhecida com Escola Técnica da Praia, António Afonso, explicou que a transferência se deve ao facto de o espaço onde funcionava o bloco II da escola, que tem 13 salas, ter o tecto em estado de deterioração e por isso foi-lhes cedido o espaço do Instituto Universitário de Educação da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV) para funcionarem durante este ano lectivo. 

“Estamos aqui desde a segunda-feira. Durante esta semana tivemos de reorganizar tudo. Havia um muro que separava as duas infra-estruturas, tivemos de abrir um portão para dar acesso às novas instalações.  Foi uma boa opção esta transferência para este espaço”, contou.

António Afonso disse ainda que os alunos estão a gostar do novo espaço, e que “não houve constrangimentos maiores”, conforme realçou, só tiveram de arranjar um caminho para ligar o novo espaço à Escola Técnica, levar os livros de ponto e toda a estrutura que havia do outro lado. 

“Pelas informações que tenho recebido dos professores, os alunos estão a gostar e adaptaram-se bem porque este espaço é propício para aulas, tem laboratórios e todo o equipamento que é destinado à educação, nós estamos num espaço que é para a educação”, continuou. 

Questionado sobre os rumores de que as antigas instalações do Instituto Universitário de Educação da Uni-CV será cedida ao Ministério da Saúde, António Afonso respondeu que a ESPCR respeitará qualquer decisão saída do Governo.

“Sabemos que estamos temporariamente aqui, há rumores, nós não sabemos, que este espaço será afectado a uma outra instituição, mas nós não contestamos, temos de acatar as decisões do Ministério da Educação, mas seria óptimo termos um espaço como este, que cabe como uma luva à Escola Secundária Polivalente Cesaltina Ramos”, acrescentou António Afonso reforçando que a ESPCR “tem vindo a crescer”.

António Afonso anteviu ainda que qualquer outra instituição que vá para aquele espaço teria de fazer “avultados investimentos” para se adaptar à nova estrutura, mas que no caso da Escola Técnica “não seria feito nada”, apenas continuar.

Ainda nas suas declarações, este responsável avançou que de 300 alunos há dois anos, aquele estabelecimento de ensino está hoje a rondar os 700 alunos na via técnica e com novas formações.

“Neste momento estamos com oito formações na via técnica e queremos aumentar ainda mais, sobretudo para a educação de jovens e adultos que funciona à noite na nossa escola, mas que poderia ser também à tarde ou de manhã”, informou. 

Por tudo isto, afirma este responsável que ESPCR está com problemas de espaço, ao mesmo tempo que disse achar que o Governo, através do Ministério da Educação, saberá, de certeza, criar alternativas para a Escola Técnica.

“Não diria que a melhor opção seria continuar neste espaço, a solução poderia também passar pela ampliação da Escola Técnica.  A verdade é que neste momento a Escola Técnica precisa de mais espaço para dar seguimento ao projecto que nós queremos para os próximos anos, sobretudo a educação de jovens e adultos”, finalizou.

GSF/HF

Inforpress/Fim

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