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Praia: Associações comunitárias distribuem cerca de 9.000 cestas básicas para famílias afectadas pelos efeitos da covid-19

Cidade da Praia, 01 Ago (Inforpress) – A Rede das Associações Comunitárias e Movimentos Sociais da Praia (RACMS), distribuiu, nos últimos dois meses, cerca de 9.000 cestas básicas para ajudar as famílias afectadas pelos efeitos do novo coronavírus.

A informação consta no relatório das actividades realizadas por cerca de 25 associações comunitárias da Cidade da Praia que uniram seus esforços durante o período de estado de emergência para socorrer as famílias mais vulneráveis das suas comunidades.

Em declarações à Inforpress, o porta-voz da rede, Gerson Pereira, informou que essa iniciativa surgiu no âmbito da covid-19 com o objectivo de “unir esforços” para amenizar o sofrimento das famílias durante o período de pandemia.

O responsável informou ainda que este encontro serve para socializar o relatório e um conjunto de actividades realizadas pelas associações em rede para ajudar os mais vulneráveis.

Para além da entrega de cestas básicas, comunicou que foram realizadas acções de sensibilização sobre os riscos, prevenção e cuidados junto das comunidades, assistência a idosos e pessoas com necessidades especiais, distribuição de água e sabão, bem como a colocação de lava mãos públicas.

“Também inscrevemos mais de 1.600 no Cadastro Social Único (CSU) para a obtenção do rendimento solidário e mobilizamos quase cinco mil contos em termos de apoio financeiro para realizar todas as actividades”, acrescentou.

Gerson Pereira, que é presidente da Associação Kelém (AKD) em Desenvolvimento, de Achada Santo António, disse que doravante vão ser traçadas novas linhas orientadoras para continuar o combate à pandemia, “uma vez que continua a ser difícil para algumas famílias retornar à normalidade”.

“A ideia é criar um núcleo formal de gestão da RACMS para depois conceber um programa para os próximos seis meses”, explicou o líder associativo.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 673 mil mortos e infectou mais de 17,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em Fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

Na quinta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o número de casos de covid-19 em África vai ultrapassar um milhão “nos próximos dias”, assinalando que registou um aumento de “50% nos últimos 14 dias”.

Já o  Comité de Emergência da OMS antecipou hoje que a pandemia de covid-19 irá durar muito tempo e, por isso, é necessário continuar os esforços para a sua contenção em todo o mundo.

Segundo dados oficiais da OMS, a pandemia já provocou 675.060 mortos e infectou quase 17,4 milhões de pessoas em todo o mundo.

OM/ZS

Inforpress/Fim

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