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PR insta Forças Armadas a prepararem-se “muito seriamente” para a defesa cibernética do País

Cidade da Praia, 15 Jan (Inforpress)  – O Presidente da República alertou hoje para a importância das FA prepararem-se “muito seriamente” para a defesa cibernética do país, e “adequar-se convenientemente” para contribuir para a segurança do espaço cibernético e o normal funcionamento, em especial da governação electrónica.

Na sua mensagem alusiva ao 54º aniversário da criação das Forças Armadas (FA), Jorge Carlos Fonseca, que enalteceu o papel da instituição castrense em Cabo Verde, ressalvou que “mais do que a defesa tridimensional do território” os militares devem também contribuir para o funcionamento das redes de Internet.

“Estamos todos cientes das dificuldades do país, principalmente no presente momento, em que as suas possibilidades estão cada vez mais limitadas por causa dos efeitos da pandemia. No entanto, estamos em crer que, com uma programação e realização faseadas, poderemos adequar as nossas FA, a curto e médio prazos, de meios humanos e materiais de que necessitam para o cabal desempenho da sua missão”, realçou.

Na qualidade de Comandante Supremo Forças Armadas, reiterou o seu firme compromisso em tudo fazer, para que, em conjunto com as autoridades competentes, e tendo em conta os recursos disponíveis, na procura de soluções mais equilibradas, sejam levadas em conta “uma rigorosa preparação combativa para  enfrentar, dissuadir ou neutralizar” os males a todos ameaçam.

O chefe de Estado referiu, igualmente que “as Forças Armadas, enquanto elemento fundamental do país, têm estado sempre à altura das necessidades” do povo cabo-verdiano.

“Neste momento, as Forças Armadas, juntamente com outras forças de segurança, encontram-se no terreno ajudando as autoridades sanitárias e de protecção civil a enfrentar um dos maiores desafios da nossa história que é a epidemia do novo coronavírus”, enalteceu o mais alto magistrado da Nação.

Jorge Carlos Fonseca manifestou o seu regozijo pela forma como “desde a primeira hora, como é hábito acontecer nas situações de emergência, a já familiar figura do militar integrar as equipas multidisciplinares envolvidas na defesa da saúde das pessoas e no combate às importantes consequências sociais da doença”.

O dia das Forças Armadas, instituído pelo decreto nº 5/88 de 30 de Janeiro, revelou Jorge Carlos Fonseca, procura estabelecer uma ponte entre a luta de libertação nacional e a modernidade, consubstanciada na natureza democrática da sociedade cabo-verdiana, e “hoje constitui elemento fundamental na defesa da soberania e da ordem democrática”.

“Felizmente, o nosso país nunca conheceu a complexa realidade da guerra, mas as Forças Armadas, enquanto elemento fundamental do país, têm estado sempre à altura das necessidades do nosso povo, acudindo-o nas mais diversas circunstâncias”, observou o chefe de Estado referindo-se a situações de epidemia e de desastres naturais, como a erupção vulcânica e inundações, bem como na preservação do meio ambiente.

Endereçou “uma menção especial às Forças Armadas, às forças de segurança, bem como às demais autoridades empenhadas na luta contra a pandemia durante o estado de emergência, decretado pela primeira vez no país, pela atitude exemplar com que têm conduzido as suas acções, no estrito respeito e valorização” do sistema democrático cabo-verdiano.

SR/CP

Inforpress/Fim

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