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PR diz estar seguro de que processo eleitoral decorrerá com lisura em Cabo Verde

Cidade da Praia, 18 Abr (Inforpress) – O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, disse hoje não ter dúvidas nenhumas de que o processo eleitoral irá decorrer com normalidade e com lisura, salientando que as eleições serão livres como sempre foram em Cabo Verde.

O Chefe do Estado fez estas considerações à imprensa, após ter exercido o seu direito de voto no Instituto Universitário da Educação (IUE), em Achada Santo António, na Cidade da Praia.

Na ocasião, em jeito de apelo aos cidadãos para exercerem o direito de voto, Jorge Carlos Fonseca asseverou que os cabo-verdianos já conhecem a importância do direito de voto, já que o único critério “válido” e “legítimo” do exercício do poder político é o critério das urnas, do voto popular, portanto, sabem quando votar e como votar, pelo que as eleições “são sempre uma festa de democracia”.

O mais alto magistrado da Nação cabo-verdiana disse estar “tranquilo” e “seguríssimo” de que, mais uma vez, esta será uma demonstração de “civismo”, de “consciência” democrática, que será mais uma marca do Cabo Verde democrático e mais uma etapa no processo de desenvolvimento político e integral do País.

Instado sobre as aglomerações que estão a ocorrer nos locais de voto, o Chefe do Estado disse que a “paixão” pela política faz “esquecer” um pouco em que circunstâncias estão sendo realizadas as eleições, que é num contexto de pandemia.

Portanto, frisou, que deveria haver mais “cuidado”, mais “prudência” e “rigor” para que as regras sanitárias de prevenção sejam cumpridas, pelo que, disse esperar que quem de direito faça a fiscalização.

Jorge Carlos Fonseca reiterou ainda que as eleições em Cabo Verde sempre foram e continuarão a ser “justas”, “livres” e “transparentes”, sendo que esta é uma “marca” cabo-verdiana.

“Os cabo-verdianos são sabedores e inteligentes no modo como expressam a sua vontade em actos eleitorais, sabem medir o ritmo a densidade do acto da votação. À esmagadora maioria dos cabo-verdianos não se põe o problema do voto consciente e é evidente que os processos em Cabo Verde são marcados por lisura e que o voto é livre”, ressaltou.

Em relação à possibilidade de haver ou não estado de emergência após as eleições legislativas, o mais alto magistrado da Nação cabo-verdiana, disse que vai entrar em contacto com o Governo “logo que possível”, para fazer uma avaliação “concreta” da situação, se há ou não necessidade de reavaliação das medidas em curso.

Contudo, ressalvou que o “mais” importante do que anunciar ou adoptar medidas, é a fiscalização das medidas tomadas, e que os cidadãos cumpram com as regras que lhes são exigidas.

Às legislativas de hoje, para a eleição de 72 deputados em 13 círculos eleitorais, dos quais 10 no País e três na diáspora, concorrem seis partidos – PAICV, MpD, UCID, PTS, PSD e PP.

PAICV, MpD e UCID concorrem em todos os círculos, PP em seis círculos (Santiago Sul, Santiago Norte, Boa Vista e os três da diáspora), PTS também em seis círculos (São Vicente, Santiago Sul, Santiago Norte e os três da diáspora) e PSD em quatro círculos (Santiago Norte, Santiago Sul, América e África).

As últimas eleições legislativas em Cabo Verde ocorreram no dia 20 de Março de 2016, tendo o Movimento para a Democracia (MpD) vencido com maioria absoluta, ao eleger 40 deputados, o PAICV 29 e a UCID três.

TC/HF

Inforpress/Fim

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