Portugal: Brasileiro Alexandre Siloto Assine vence 7ª edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA-CML

Lisboa, 06 Mai (Inforpress) – O brasileiro Alexandre Siloto Assine venceu a 7ª edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA-CML – Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa, com o livro de poesia “Caligrafia”.

O anúncio foi feito pelo vereador da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, Diogo Moura, e pelo secretário-geral da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), Vítor Ramalho, à margem do 5L-Festival Internacional de Literatura e Língua Portuguesa, que decorre de 04 a 08 de Maio em Lisboa.

Alexandre Siloto Assine, 34 anos, que receberá um valor pecuniário no valor de três mil euros, atribuído pela Câmara Municipal de Lisboa, é formado em Letras pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e actua, desde 2014, como analista legislativo – revisor na Câmara Municipal de Campinas, sendo que em 2021, foi finalista do concurso de contos da União Brasileira de Escritores (UBE), com o conto “Uma Lição”.

De acordo com a organização, a 7ª edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA-CML, lançada em 28 de Agosto de 2021 e encerrada em Fevereiro de 2022, reuniu 281 candidaturas, de 15 países, incluindo os países lusófonos, assim como obras vindas da Ásia (Japão), África (PLP), América (Canadá, EUA) e Europa (Suécia, Suíça, Eslovénia).

Também nesta edição, em que 60 por cento (%) das obras era prosas e 40% são poesias, o júri decidiu atribuir duas menções honrosas, sendo para “Três Dias em Fevereiro”, romance de Ricardo Manuel Ferreira de Almeida, português, de 49 anos, residente em Vila Real, Portugal e para “A Invasão”, prosa de Luís Henrique Aguiar, brasileiro, de 55 anos, residente no Rio de Janeiro, Brasil.

O júri decidiu, ainda, recomendar a publicação da obra “O Diário”, prosa de Amílcar Campos Bernardi, brasileiro, de 55 anos, residente em Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.

Nas edições anteriores, as obras vencedoras foram, em 2021, “O Sonho de Amadeu”, de Leonardo Costa Oliveira, Brasileiro, ed. Guerra e Paz, em 2020, “O Heterónimo de Pedra”, de Henrique Reinaldo Castanheira, Português, ed. Guerra e Paz, e em 2019, “Praças”, de António Pedro Serrano de Sousa Correia, Português e natural de Angola, ed. A Bela e o Monstro.

Em 2018, “Equilíbrio Distante”, de Óscar Maldonado, de nacionalidade Paraguaia, a residir em São Paulo, no Brasil, ed. A Bela e o Monstro, em 2017, “Diário de Cão” de Thiago Rodrigues Braga, de nacionalidade Brasileira, natural de Corumbá, Goiás, Brasil, ed. A Bela e o Monstro e em 2016, “Era uma vez um Homem” de João Nuno Azambuja, de nacionalidade Portuguesa, ed. A Bela e o Monstro.

DR/CP

Inforpress/Fim

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