Portugal/Óbito: Morreu fundador da Academia do Johnson em Amadora e Embaixada já lamentou a morte

Lisboa, 30 Nov (Inforpress) – O fundador da Academia do Johnson, João Semedo Tavares, morreu hoje em Lisboa, aos 50 anos de idade, devido a problemas de saúde e a Embaixada de Cabo Verde em Portugal já lamentou a morte do activista.

A informação foi confirmada pelos representantes da academia que fica na Amadora, através de um comunicado, e também em comunicado, a embaixada cabo-verdiana disse que é “com a mais profunda tristeza que recebeu a notícia do falecimento de João Semedo, fundador da Academia do Johnson”.

Segundo a embaixada de Cabo Verde em Portugal, a academia é uma premiada organização que tem vindo a desenvolver ao longo dos anos reconhecidos projectos de “elevada responsabilidade social” no acompanhamento de crianças e jovens no concelho da Amadora, muitos filhos de cabo-verdianos.

“Johnson revelou-se um exemplo de como as adversidades podem dar origem a acções verdadeiramente inspiradoras e transformadoras na vida de todos aqueles que com ele conviveram. Que o seu lema “Somos aquilo que fazemos!” não seja esquecido”, referiu a mesma fonte.

No mesmo comunicado, a representação diplomática cabo-verdiana e os seus funcionários apresentaram à família enlutada, à Academia do Johnson e a todos os amigos as suas “mais sentidas condolências e a sua plena solidariedade nesta hora de luto e de dor”.

Em Julho, na sua primeira visita oficial a Portugal como Presidente da República, José Maria Neves esteve na Cova da Moura, em que visitou a Academia Johnson e onde crianças presentearem os visitantes uma apresentação de dança e música pelo grupo coral.

Também na sua página nas redes sociais, o Presidente da República já reagiu, lembrando dessa visita, onde foi recebido pelo João Semedo na Academia do Johnson, criada por ele, para apoiar, através de actividades desportivas, sociais e culturais, crianças e jovens de bairros desfavorecidos da Grande Lisboa.

“Era um exemplo de superação. Ex-presidiário, saiu da prisão, reintegrou-se plenamente e trabalhou arduamente para servir a comunidade e tirar as pessoas da pobreza material e espiritual. Fez o bem lá onde pôde, mobilizando parcerias públicas e privadas”, frisou José Maria Neves.

DR/CP

Inforpress/Fim

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