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Porto Novo: Moradores pedem “urgência” na construção dos muros de protecção de Monte Trigo e Tarrafal

Porto Novo, 22 Nov (Inforpress) – Moradores de Monte Trigo e Tarrafal, no interior do Porto Novo, Santo Antão, pediram ao Governo e à edilidade “urgência” na construção dos muros de protecção dessas zonas piscatórias, que estão expostas à acção do mar bravo.

Populações locais suplicaram, nos últimos dias, “urgência” na construção desses muros, numa altura em que o mar revolto começa a criar problemas às duas comunidades, situação que tende a piorar a partir de Dezembro, segundo os populares.

O mar bravo criou, no início desta semana, sobressaltos aos moradores no Tarrafal, ao destruir o campo de futebol local e parte da estrada de entrada à essa localidade, além de ter ameaçado ainda habitações.

Todos os anos, por esta altura, o mar revolto cria pânico no seio dos moradores do Tarrafal e Monte Trigo, duas localidades que ficam muito expostas à “acção muito rigorosa” do mar que coloca em risco as populações e os seus bens.

Por isso, os habitantes têm estado, nos últimos anos, a insistir na construção dos muros de protecção das respectivas zonas, projectos que já foram anunciados, por algumas vezes, pela autarquia.

As autoridades locais já manifestaram “muita preocupação” com relação à situação do Tarrafal e Monte Trigo, pedindo a parceria do Governo na procura de “uma solução” com vista à protecção dessas localidades.

O Ministério da Administração Interna, através do Serviço Nacional da Protecção Civil (SNPC), já manifestou a sua “disponibilidade” para “estudar”, com a Câmara Municipal do Porto Novo, um plano de segurança das duas zonas que, nesta altura do ano, ficam expostas à “acção muito severa” do mar.

Trata-se de uma situação que, segundo os serviços da protecção civil, se coloca com “alguma gravidade” e que se prolonga, muitas vezes, por vários meses.

JM/ZS

Inforpress/Fim

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