Porto Novo: Monte Trigo reivindica estrada, muro de protecção e arrastadouro de botes

Porto Novo, 17 Jan (Inforpress) – A construção da estrada de acesso, a reconstrução do muro de protecção das casas e a reconstrução de um arrastadouro de botes constituem as principais preocupações dos moradores de Monte Trigo, no interior do município do Porto Novo.

Rosa Miranda, presidente da Associação de Desenvolvimento do Monte Trigo, uma comunidade piscatória isolada no interior do Porto Novo, disse que a população local continua esperançada na construção de uma estrada que dará acesso a essa comunidade, que tem sido “uma antiga reivindicação”.

“Agora que a estrada já chegou à zona vizinha do Tarrafal, a esperança dos moradores em relação ao desencravamento desta zona é ainda maior”, avançou Rosa Miranda, que se referiu à construção de uma via de acesso a Monte Trigo, como sendo “uma das principais aspirações” da população local.

A responsável exorta o Governo a construir a estrada para Monte Trigo, cumprindo, assim, o “compromisso” já assumido pelo executivo com essa comunidade, que, a seu ver, tem “grande potencial” tanto a nível da pesca como no sector turístico.

A construção de um arrastadouro de botes em Monte Trigo é, também, “uma grande necessidade”, segundo Rosa Miranda, que alerta para as “condições difíceis” enfrentadas pelos pescadores, sobretudo, quando o mar está bravo, para arrastar as suas embarcações.

Uma outra “grande preocupação”, nesta altura, para os habitantes do Monte Trigo prende-se com a reconstrução do muro de protecção dos habitantes nessa aldeia, destruído pelas chuvas em Setembro passado.

“O muro não foi reconstruído e estamos preocupados com essa demora”, notou a líder comunitária.

Numa recente visita a Monte Trigo, o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, que é, também, deputado pelo círculo eleitoral de Santo Antão, lembrou que o desencravamento de Monte Trigo constitui “um compromisso e um desafio” do Governo.

Jorge Santos lembrou que essa “aldeia piscatória e turística”, uma das mais isoladas da ilha de Santo Antão, espera pela construção do “porto de pesca e da estrada”.

JM/ZS

Inforpress/Fim

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