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Porto Novo: Famílias beneficiárias do projecto sobre agricultura integrada aflitas com existência de pragas

Porto Novo, 01 Ago (Inforpress) – As 20 famílias, contempladas com parcelas de terras no quadro do projecto sobre agricultura moderna integrada do município do Porto Novo estão “aflitas” com a existência de pragas que estão a danificar culturas de pimentão e tomate.

As famílias já estão a produzir vários produtos, como tomate, couve, pimentão, mas os resultados não têm sido o mais esperado devido à acção daninha das pragas, segundo Irene Melício, uma das agricultoras beneficiárias do projecto, que está localizado em Ribeira Corujinha, na cidade do Porto Novo.

Oceano Pedro da Luz, outro agricultor contemplado com o projecto, explicou que os lavradores já detectaram “uma lagarta e uma borboleta”, cujos nomes científicos desconhecem, que estão a dizimar as culturas de tomate e pimentão.

Ainda assim, as famílias já estão a produzir para consumo, esperando que, em breve, com o apoio dos técnicos do Ministério da Agricultura e Ambiente (MAA) no combate às pragas, possam começar a colocar os produtos no mercado local.

João Reis, presidente da Associação dos Moradores da Ribeira Corujinha, disse que, apesar das pragas, o projecto está a decorrer normalmente, explicando que o objectivo é fazer com que as famílias que estão no início de cultivo possam produzir para abastecer o mercado local.

As famílias têm à sua disposição um furo equipado com sistema fotovoltaico, um reservatório de 50 toneladas e um sistema de rega gota a gota.

O projecto, estimado em sete mil contos, foi co-financiado pelo MAA, através do Programa Oportunidades (Poser) e tem como principal parceiro a Câmara Municipal do Porto Novo, que disponibilizou às famílias três hectares de terrenos (área equivalente a três campos de futebol).

O projecto, cuja execução está a cargo da Associação dos Moradores da Ribeira Corujinha, se enquadra ainda no programa sobre a agricultura urbana e periurbana em Cabo Verde, financiado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).

A câmara do Porto Novo, entidade responsável pela execução do projecto sobre agricultura urbana e periurbana, já definiu uma área de 30 hectares de terrenos para incremento da actividade agrícola na cintura urbana e periurbana deste município.

Dentro de pouco tempo, outro projecto idêntico vai nascer nos arredores desta cidade, mais concretamente em Lajedinho, onde quatro hectares de terrenos foram já disponibilizados pela edilidade à associação “Os Verdes”, com sede na zona de branquinho, cidade do Porto Novo

JM/CP

Inforpress/Fim

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