Porto Novo: Edilidade em dificuldades para assegurar fornecimento de água dessalinizada às populações

 

Porto Novo, 26 Jun (Inforpress) – A edilidade porto-novense tem enfrentado dificuldades financeiras para assegurar o fornecimento de água dessalinizada no Porto Novo, conseguindo, nesta altura, suportar apenas 50 a 60 por cento (%) das despesas com o abastecimento do liquido precioso às populações.

Segundo o presidente da Câmara Municipal do Porto Novo, Aníbal Fonseca, o fornecimento de água dessalinizada no Porto Novo é “extremamente deficitário”, com seu município a suportar todo o define, que ultrapassa os dois mil contos mensais.

“Temos uma água de boa qualidade, mas cujo fornecimento cria um problema sério de natureza financeira à Câmara Municipal, que só consegue pagar entre 50 a 60 por cento das despesas com o fornecimento de água”, explicou Aníbal Fonseca, que aproveitou a visita do primeiro-ministro a Porto Novo, nos últimos dias, para chamar atenção para o problema.

O custo elevado de água dessalinizada no Porto Novo deve, sim, merecer atenção do Governo, segundo o autarca, para quem essa situação está a ter “custo elevados” para o seu município, com dividas avultadas, na ordem dos 92 mil contos, por solver a Águas do Porto Novo (APN).

“O fornecimento de água é extremamente deficitário e é o município que suporta o défice”, sublinhou o autarca, para quem se está perante um problema de regulação.

A APN possui uma unidade dessalinizadora, com capacidade de produção de dois mil metros cúbicos de água por dia.

A distribuição é feita pelos Serviços Autónomos de Água e Saneamento do Porto Novo (SAAS).

As tarifas de água dessalinizada no Porto Novo são, segundo Aníbal Fonseca, “muito elevadas”, uma preocupação partilhada pelos munícipes que têm vindo a suplicar pela sua redução.

JM/CP

Inforpress/Fim

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