Porto  Novo: Edil admite que garantir emprego às populações rurais tem sido “grande desafio” 

Porto Novo, 28 Jun (Inforpress) – O município do Porto Novo enfrenta quase quatro anos sem produção agrícola a nível de sequeiro, devido à falta de chuva, “período difícil de aguentar”, sobretudo nas zonas altas, as mais afectadas pela seca.

Quem o diz é o presidente da câmara municipal, Aníbal Fonseca, para quem “o grande desafio” da sua edilidade tem sido criar emprego para as famílias mais afectadas pelas estiagens, dos últimos anos.

“Quatro anos sem produção agrícola têm sido difícil de aguentar, sobretudo em zonas como os planaltos Norte e Leste, que dependem de chuvas”, notou o edil, admitindo que “garantir emprego” nas zonas rurais tem sido “uma tarefa muito mais difícil” para sua câmara, que, ainda assim, criou, nesse período, quase 3.500  empregos directos.

A situação de seca severa complicou-se com a pandemia de covid-19, mas, “graças a Deus”, as  populações, embora com “muitas dificuldades”, estão “a conseguir aguentar”, acredita Aníbal Fonseca.

Perto de 7.500 empregos directos e indirectos foram criados, nos últimos quatro anos, no município do Porto Novo graças aos investimentos públicos realizados neste concelho, à volta de 470 mil contos anuais, em média.

Os dados avançados pela autarquia indicam que, somente a nível dos investimentos municipais realizados por esta edilidade, foram cerca de 3.500 postos de trabalho directos criados, enquanto, através das obras executadas pelas empresas, foram quatro mil empregos gerados, nos últimos anos.

JM/CP

Inforpress/Fim

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