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Porto Novo: Dificuldades de conservação do pescado acentuam-se na zona piscatória do Tarrafal, alerta associação

Porto Novo, 19 Mai (Inforpress) – As dificuldades de conservação do pescado no Tarrafal, Porto Novo, em Santo Antão, têm estado a acentuar-se, nos últimos tempos, devido a problemas no funcionamento da unidade de produção de gelo, instalada em 2014, nessa comunidade piscatória.

O alerta é da associação dos pescadores dessa localidade, onde existe uma máquina que vinha produzindo 500 quilogramas de gelo/dia, mas cuja capacidade foi reduzida, ultimamente, para “mais de metade”, devido a problema de funcionamento dessa unidade.

O representante desta associação, Isaías Pires, confirma que os problemas de conservação do pescado têm aumentado dias pós dia no Tarrafal, onde os 80 pescadores têm estado, também, a defender a necessidade de se melhorar as condições de tratamento do pescado.

Segundo a associação, Tarrafal precisa de uma unidade de produção de gelo com capacidade para produzir, pelo menos, dois mil quilos por dia, para atender às necessidades dos operadores de pesca artesanal e semi-industrial nessa localidade, onde se localiza um dos maiores bancos de pesca do arquipélago.

Os pescadores no Tarrafal de Monte Trigo têm insistido na necessidade de o Governo avançar com os investimentos, à volta de 200 mil contos, prometidos para sector das pescas nessa comunidade, que, segundo o líder associativo, passa por “dias difíceis”.

Além das dificuldades em tratamento e conservação do pescado, a classe destaca ainda a ausência de um arrastadouro de bote com sendo um outro “grande constrangimento” que afecta a actividade pesqueira local.

O plano de investimentos na economia azul, validado, em Dezembro de 2019, pelo Governo, prevê, para os próximos anos,  investimentos a volta de 300 mil contos nas pescas, no Porto Novo, que incidirão na construção de infra-estruturas, formação e empoderamento do sector pesqueiro neste concelho, com 300 operadores.

JM/AA

Inforpress/Fim

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