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Porto Novo ainda sem qualquer obra de requalificação urbana este ano por “dificuldades de financiamento”

Porto Novo, 22 Ago (Inforpress) – O programa de requalificação urbana no município do Porto Novo, em Santo Antão, entrou, este ano, “num ritmo lento” por “dificuldades financeiras”, admite a edilidade que, nesses oito meses ainda, não conseguiu ainda realizar qualquer obra.

O edil do Porto Novo, Aníbal Fonseca, confirma que “ainda este ano” a autarquia não conseguiu levar a cabo “nenhum projecto” no domínio da requalificação urbana por “dificuldades de recursos” que, até 2020, foram disponibilizados no quadro do programa de requalificação, reabilitação e acessibilidades (PRRA), a cargo do Governo.

Com a covid-19, explica o autarca, o Governo teve que canalizar os recursos para a “protecção da saúde e rendimentos das pessoas” e os municípios ficaram sem meios para implementar as obras a nível da requalificação urbana.

No caso do Porto Novo, o programa entrou “num ritmo lento” agora em 2021, período marcado pela ausência de projectos, facto que tem suscitado as mais diversas reacções dos munícipes, que insistem na necessidade de se intervir em bairros como Chã de Matinho, Alto São Tomé e Abufadouro.

Conforme o programa de investimentos municipais para este ano, prevê-se investir, ao longo de 2021, 16 mil contos na requalificação urbana no concelho do Porto Novo.

Os porto-novenses têm, insistentemente, reclamado intervenções a nível de arruamentos, calcetamento e de criação de espaços verdes e o presidente da câmara reconhece que, “de facto, há ainda muito a fazer” neste aspecto.

Mesmo com o ritmo dos investimentos realizados nos últimos anos, em que foram investidos mais de cem mil contos, não seria possível nos próximos  20 anos atender todas às necessidades do município em matéria de requalificação urbana, estima Aníbal Fonseca.     

A requalificação urbana e ambiental no município do Porto Novo representa “um desafio enorme” para a autarquia que, para requalificar a cidade do Porto Novo, ainda com “problemas sérios” a nível de arruamentos, diz precisar ainda de 600 mil contos.

JM/CP

Inforpress/Fim

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