Porto Novo: Águas do Porto Novo espera renovar certificado de qualidade internacional que detém desde 2015

Porto Novo, 26 Jul (Inforpress) – A empresa de produção de água dessalinizada – Águas do Porto Novo, em Santo Antão, espera renovar, em breve, o certificado de qualidade internacional ISO9001:2015, que conserva há seis anos.

A empresa Águas da Ponta Preta, na ilha do Sal, accionista maioritária da Águas do Porto Novo, com 80 por cento (%) da capital, dá conta, através do seu site, de que estão, nesta altura, a decorrer os trabalhos de auditoria com vista à renovação do certificado internacional ISO9001:2015, pelo “modelo adoptado na gestão de qualidade da água”.

A auditoria está a cargo da Associação Portuguesa de Certificação (APCER), que, em Novembro, tinha renovado a Águas do Porto Novo o certificado de qualidade HACCP, que incide, desta feita, em análise dos riscos e controlo dos pontos críticos na produção de água potável, que detém desde 2014.

Porto Novo foi o primeiro município de Cabo Verde a receber, em 2014, a certificação internacional HACCP, pela qualidade de água produzida, tendo recebido, um ano depois, um segundo certificado internacional, desta feita, pelo modelo adoptado na gestão de qualidade da água.

A certificação de qualidade é assegurada por várias agências intergovernamentais, das quais Cabo Verde é membro, como CODEX Alimentarius, a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Comissão Internacional de Especificações Microbiológicas dos Alimentos (ICMSF), a Organização Mundial do Turismo (OMT) e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO).

A APN, que dispõe ainda do tele-controlo do processo de produção de água, garante, desde 2008, água potável aos porto-novenses “com total garantia sanitária para um consumo sem riscos e restrições”, segundo a administração desta empresa. 

A APN, que resultou de uma parceria público-privada, envolvendo Águas da Ponta Preta, com 80 por cento das acções, o Governo de Cabo Verde e o município do Porto Novo, ambos com 10% das acções, dispõe de uma unidade de dessalinização da água do mar, através do processo “osmose inversa”, que já produziu, até agora, três milhões de metros cúbicos de água.

JM/ZS

Inforpress/Fim

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