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Porto Novo: Agricultores reclamam recuperação de terrenos e infra-estruturas hidráulicas destruídas desde 2016

Porto Novo, 15 Set (Inforpress) – Os agricultores em Ato Mira, no interior do concelho do Porto Novo, esperam ainda pela recuperação de terrenos agrícolas, levadas e outras infra-estruturas hidráulicas, que foram destruídas durante as cheias de 2016, informou a associação de classe.

Parte dos terrenos foi recuperada, mas ainda restam “muitas propriedades” e levadas que ficaram destruídas pelas cheias de cinco anos atrás, explicou o presidente da Associação dos Agricultores em Alto Mira, Idarlino Fortes, lembrando que durante a execução do projecto de ordenamento desta bacia hidrográfica “muitas parcelas foram destruídas”.

Alguns agricultores, abordados pela Inforpress, ameaçam levar o Estado de Cabo Verde aos tribunais pelos danos causados durante a implementação do projecto que, explicam, acabou por “prejudicar muitas famílias”.

Durante o projecto de ordenamento, que custou cerca de 250 mil contos, os terrenos ficaram desprotegidos e as cheias de 2016, acabaram por causar “enormes prejuízos” aos agricultores, que ainda esperam pela recuperação das suas propriedades e das infra-estruturas, danificadas nessa altura, lembrou o líder associativo.

O tomate, a cenoura, o repolho, a batata doce, apesar de pragas (mil pés, traça do tomateiro) são alguns dos produtos cultivados em Alto Mira, um vale onde existe alguma disponibilidade de água, proveniente de nascentes, sobretudo, em Dominguinhas e no segundo Povoado.

Já nas zonas de Faial e do terceiro Povoado (Chã de Dragoeiro) existe deficiência da água, facto que levou os agricultores a pediram ao Ministério da Agricultura e Ambiente a execução de um furo, para suprir a falta de água para rega, avançou Idarlino Fortes.

Porém, os agricultores, cientes da escassez de água, estão a investir, com o apoio do Governo, na modernização da rega.

JM/DR

Inforpress/Fim

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