PNUD doa equipamento informáticos ao CSMJ que vão “contribuir para uma justiça célere e menos morosa”

Cidade da Praia, 26 Nov (Inforpress) – O presidente do Conselho Superior de Magistratura Judicial (CSMJ), Bernardino Delgado, disse hoje que os novos equipamento informáticos oferecidos pelo PNUD vão contribuir para uma “justiça célere e menos morosa”.

“Damos um passo grande para a materialização de uma justiça célere, menos morosa e, por maioria de razão, mais justa”, indicou o presidente do CSMJ.

Bernardino Delgado fez essas considerações no acto de entrega pelo representante do Programa das Nações Unidas (PNUD) em Cabo Verde, Opia Mensah Kumah, de um conjunto de equipamentos informáticos destinados ao CSMJ.

Para o presidente do CSMJ, os dois servidores oferecidos pelo PNUD vão proporcionar a gestão do fluxo de trabalho em equipa, além do controlo de versões do sistema em desenvolvimento e execução de testes em “ambiente controlado, automatizado, robusto e confiável” de todo os sistemas.

Na ocasião, enalteceu o “esforço e a vontade” dos sucessivos representantes do PNUD em ajudar o País a “modernizar e reequipar” os tribunais, tornando-os cada vez “mais versáteis e mais eficazes do ponto de vista do cumprimento das missões que se lhes impõem”.

Por sua vez, o responsável do PNUD na Praia disse que com a oferta dos referidos o organismo que representa quer que em Cabo Verde a justiça “funcione bem e seja eficaz e independente”.

“Num mundo globalizado e competitivo, uma justiça eficaz constitui um recurso estratégico”, destacou Opia Mensah Kumah, realçando que a “boa governação” em Cabo Verde é reconhecida pela comunidade internacional.

Na perspectiva de Opia Mensah Kumah, uma justiça morosa tem repercussões negativas no seio dos cidadãos e da economia, porque gera o “sentimento de impunidade e insegurança das pessoas”.

Comentou, por outro lado, que a competitividade de um país “está directamente dependente da capacidade de resposta em matéria de justiça”, uma vez que a segurança jurídica é “fundamental” para atrair os investimentos e, por conseguinte, na criação do emprego.

“A segurança jurídica tem um impacto directo no crescimento económico de qualquer país”, concluiu Opia Mensah Kumah.

 

LC/AA

Inforpress/Fim

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