PM realça importância da segurança e promete agilizar implementação do Estatuto da Carreira Militar

Cidade da Praia, 06 Nov (Inforpress) – O primeiro-ministro apontou hoje a segurança como um dever de todos, apesar de ser assegurada por instituições como as Forças Armadas, e prometeu estabilizar os atrasos na implementação do Estatuto de Carreira Militar.

Ulisses Correia e Silva fez essas considerações à imprensa após participar no desfile militar realizado em comemoração do Dia da Defesa Nacional, que se assinala hoje, e que teve lugar na Avenida Amílcar Cabral, no Platô.

“Partilhamos esta data precisamente para que os cidadãos sintam que fazem parte e que é importante celebrar dias como este”, disse, assumindo os problemas surgidos nas Forças Armadas devido a implementação, em 2019, do Estatuto de Carreira Militar, com implicações a nível monetário, e que devido a crise económica, provocada pela covid-19, não foi possível o cumprimento de todas as normas previstas.

“Compromissos são compromissos e estou em crer que assim que a situação se estabilizar iremos recuperar os atrasos relativamente à carreira, nomeadamente, remuneratória dos militares”, assumiu.

Questionado sobre a sua participação no COP26, o primeiro-ministro avançou que o encontro deu “sinais claros” de que o momento é de “acção climática”, para se evitar deterioração de condições que podem colocar todo o planeta em perigo no futuro.

“Países como Estados Unidos da América regressaram e isso foi um bom sinal, mas os discursos de compromissos de outros países indicaram que o caminho é seguir em frente”, concretizou o primeiro-ministro.

Ainda segundo Ulisses Correia e Silva, os países pequenos estados insulares, onde existem ilhas em iminência de desaparecer se o aquecimento global e elevação do nível do mar continuar, são “os mais prejudicados” pelas alterações climáticas.

Países como Cabo Verde, realçou, têm sofrido efeitos com a seca “cada vez mais severa e prolongada”, e situações como estas, segundo disse, levam a que haja esforços globais para que esta e próximas gerações tenham um planeta “habitável e com qualidade”.

PC/AA

Inforpress/Fim

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