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PM considera que o estado de desenvolvimento actual do país é reflexo das “fortes opções” tomadas

Cidade da Praia, 23 Fev (Inforpress)- O primeiro-ministro considerou hoje que a alteração do regime político e a passagem de um Estado autoritário para direito democrático abriram as portas para as alterações profundas e de tudo aquilo que o país tem hoje.

A constatação foi feita por Ulisses Correia e Silva, que é também presidente do MpD, momentos antes de participar na conversa aberta com as mulheres sobre “O papel do Estado no Processo de Desenvolvimento do País”, promovida pelo grupo parlamentar do Movimento para a Democracia (MpD).

Segundo o chefe do Governo, a passagem de um Estado autoritário para um Estado de direito democrático, com a constituição de 1992, abriu as portas para “alterações profundas” e de tudo aquilo que Cabo Verde tem a nível do sistema político, da estabilidade política e social, da participação dos cidadãos e do desenvolvimento económico.

“Se quisermos falar do Estado, temos de ter um ponto de partida e sabermos que Estado vamos consolidando e desenvolvendo a partir de agora”, constatou Ulisses Correia e Silva, que assegurou que a perspectiva é ter um Estado que seja activo na regulação, na promoção das condições de desenvolvimento, fomentador da actividade económica, preocupado com as desigualdades e assimetrias regionais e onde os cabo-verdianos se revêem e sintam representados.

Na ocasião, o primeiro-ministro considerou que o encontro é uma iniciativa louvável, sendo que vai reunir mulheres para debaterem “questões importantes” do país e serem uma voz que se distingue, particularmente neste momento em que o “Governo assumiu um compromisso muito forte em garantir a paridade sendo que foi visível nas eleições autárquicas e que será também nas legislativas de 2021”.

“Uma forte presença das mulheres nas listas para que possam ter cada vez mais intervenção política, e quando falamos do Estado e o seu papel no processo de desenvolvimento, falamos essencialmente de uma alteração substancial que houve a partir de 1991, nomeadamente com a constituição de 1992, que abriu o país para a democracia”, referiu.

Com essa alteração, segundo Ulisses Correia e Silva, hoje em dia há “livre escolha, participação cidadã mais activa e liberdade”, sendo que tudo isso trouxe, segundo Ulisses Correia e Silva, reflexo não só no sistema político, mais na economia, na comunicação social livre e independente, no pluralismo, numa economia social de mercado muito mais pujante e activa e na participação dos cidadãos de uma forma geral.

AV/JMV

Inforpress/Fim

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