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Plataforma das Comunidades Africanas Residentes satisfeita com a decisão do Governo de alterar lei da nacionalidade

Cidade da Praia, 24 Jun (Inforpress) – O presidente da Plataforma das Comunidades Africanas Residentes regozija-se com a decisão do Governo cabo-verdiano de debater e apresentar alterações à lei da nacionalidade para poder enquadrar os filhos dos imigrantes nascidos em Cabo Verde.

José Ramos Viana, que falava à Inforpress sobre o encontro promovido pela Alta Autoridade para a Imigração (AAI), para analisar a “Lei da nacionalidade e integração de imigrantes”, mostrou-se “expectante” quanto à proposta de lei de atribuição da nacionalidade aos filhos de imigrantes nascidos no país.

“Existe um conjunto de crianças que nasceram em Cabo Verde e que possuem um sentimento de propriedade no sentido de vê-lo como o seu país, por ter apropriado da cultura cabo-verdiana mais do que a cultura dos pais”, disse.

Para José Ramos Viana, a alteração da lei da nacionalidade é uma forma de mostrar que Cabo Verde é coerente e que vive “saudavelmente” com a sua história de encontros de culturas e de civilizações.

“A nossa expectativa é ver a lei alterada e aprovada, brevemente, para que às crianças que nascem no solo cabo-verdiano seja concedido a nacionalidade”, concluiu.

A população imigrante, residente em Cabo Verde, foi de 14.347 pessoas, em 2018, representando 2,6% da população, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Ainda segundo o INE, 31,3% dos imigrantes são da Guiné Bissau, 23,5% de São Tomé e Príncipe, 12,4% de Angola, 7,6% de Portugal, 5,8% do Senegal e 3,5% do Brasil. Os restantes 15,8% são de outros países.

PC/ZS

Inforpress/Fim

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