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PJ está a “trabalhar todos os dias” na investigação dos casos de crianças desaparecidas – director nacional

Cidade da Praia, 13 Maio (Inforpress) – O director nacional da Polícia Judiciária (PJ) garantiu hoje que a instituição trabalha “todos os dias” na investigação dos casos de crianças desaparecidas na Cidade da Praia, que reportam a 2017.

António Sebastião Sousa fez essa garantia em declarações à imprensa após a assinatura de um protocolo de cooperação com a Provedoria de Justiça para a prevenção e combate aos crimes de Violência com Base no Género (BVG) e os de agressão sexual contra menores.

“A Polícia Judiciária e as autoridades judiciárias, inclusive o Ministério Público, não estão paradas e trabalham todos os dias no sentido de poderem saber o que efectivamente se passa, porque nós trabalhamos com provas”, frisou António Sebastião Sousa.

O responsável precisou que as autoridades trabalham com as “evidências que possam resultar em provas”, sendo que isso, conforme justificou, pode levar “muito tempo”.

“Entendemos as situações das famílias (…) que querem saber o que se passou com as crianças, por isso, continuamos a fazer este trabalho, que não é fácil”, notou.

Por outro lado, o director nacional da PJ lembrou que a instituição tem trabalhado em investigações em diversas áreas criminais, designadamente homicídios, crimes sexuais, crimes cibernéticos, lavagem de capitais e tráfico de drogas.

“São um conjunto de atribuições que a PJ tem, mas estamos a trabalhar todos os dias para dar resposta a essa situação”, concluiu.

O primeiro caso conhecido  desaparecimento  de crianças na capital cabo-verdiana aconteceu em Agosto de 2017, com Edine Soares, 19 anos, que deixou a casa em Achada Grande Frente, alegando levar o bebé para o controlo no Programa Materno-Infantil (PMI), na Fazenda, sendo que até hoje, a mãe e filho continuam desaparecidos.

Em Novembro de 2017, Edvânia Gonçalves, de 10 anos, residente em Eugénio Lima, também desapareceu de forma misteriosa e até agora também não se sabe do seu paradeiro.

O último caso aconteceu no sábado, 03 de Fevereiro, com os primos Clarisse Mendes (Nina) de 09 anos e Sandro Mendes (Filú) de 11 anos, residentes no bairro de Castelão, que saíram de casa da avó para comprar açúcar, em Achada Limpo, na Cidade da Praia, e não regressaram.

OM/AA

Inforpress/Fim    

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