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Pesquisadores propõem maior valorização do Sítio Patrimonial da Ribeira Grande de Santiago

Cidade da Praia, 20 Abr (Inforpress) – Um grupo de pesquisadores e professores cabo-verdianos e portugueses, realçou hoje a importância da valorização do Sítio Patrimonial da Ribeira Grande de Santiago, apontando lacunas visíveis que necessitam ser colmatadas.

A preocupação foi manifestada através do webniar promovido pelo Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades (CIDHEUS) da Universidade de Évora, no âmbito das actividades alusivas ao Dia Internacional dos Monumentos e Sítios.

O encontro serviu para contextualizar problemas delatados no sítio desde sua proclamação como Património da Humanidade, destacando a dissonância urbanística, publicação irregular de documentos estruturantes, ou seja, os planos de gestão do sítio não estão a ser bem geridos, tendo sido apresentado um plano em 2008 e um novo plano só em 2019.

Por outro lado, foi frisado a não valorização de todos os patrimónios, nomeadamente o património ambiental que tem sido de certa forma sobrevalorizado.

O investigador José Filipe Silva, moderador do encontro, levantou questões quanto aos instrumentos normativos promulgados se estão adequados à gestão deste sítio patrimonial, assim como tem sido a sua gestão desde a sua proclamação como Património da Humanidade.

“Todavia, no que à gestão patrimonial do Sítio respeita, são visíveis algumas lacunas que obstam à sua plena fruição e inteligibilidade”, avançou.

De acordo com a organização do evento, a Ribeira Grande de Santiago foi o primeiro assentamento urbano erigido pelos portugueses a sul do Trópico de Câncer, na década de 1460.

Em razão da sua localização geográfica, este lugar de memória teve um papel fulcral na História da Humanidade e de Cabo Verde e como resultado desse reconhecido, em 2007, foi proclamada uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo e, em 2009, classificada como Património da Humanidade.

HR/JMV

Inforpress/Fim

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