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Pedro Pires espera que guineenses criem condições para “estabilidade e progresso” do país (c/áudio)

Cidade da Praia, 06 Jan (Inforpress) – O comandante Pedro Pires diz esperar que, em caso de haver problemas na Guiné-Bissau, os guineenses saibam os resolver que criem as condições para a estabilidade e o progresso do país.

O antigo presidente da República de Cabo Verde fez esta consideração ao ser questionado pelos jornalistas sobre a eleição de Umaro Sissoco Embaló como presidente da República da Guiné-Bissau, durante uma conferência de imprensa da função Amílcar Cabral para divulgar as actividades comemorativas do dia 20 de Janeiro, Dia dos Heróis Nacionais.

Para Pires, o destino da Guiné-Bissau deve estar nas mãos dos guineenses e é da responsabilidade do povo, das instituições e dos partidos decidirem trabalhar para garantir o “melhor futuro” para este país.

“Pessoalmente não vou entrar em considerações, mas posso dizer-vos que sigo os acontecimentos da Guiné com muito cuidado e mexe comigo um pouco e sigo com muito cuidado, mas não me atravesso a ir para além disso. Aos guineenses à responsabilidade de resolverem os problemas que surgirem”, sublinhou.

Caso houver problemas, diz esperar que estes sejam resolvidos em paz e que os guineenses criem as condições para a estabilidade e para o progresso do país.

Instado a comentar se é dessa vez que Guiné-Bissau vai caminhar para um clima de paz e estabilidade, Pedro Pires assegurou que esse é o seu desejo pessoal e o desejo de todos os cabo-verdianos, que têm afecto para com este país amigo “e vice-versa”.

“Há muitos cidadãos da Guiné que residem e trabalham em Cabo Verde e tudo isto faz com que os nossos sentimentos sejam de paz, de sucesso e de concórdia. Espero que tenham a sabedoria de garantir, porque é uma questão de sabedoria”, frisou.

Questionado ainda sobre o caso de agressão que culminou na morte do jovem Luís Giovani Rodrigues, em Portugal, disse que é preciso aguardar os resultados da investigação antes que se tome qualquer decisão.

“Não vamos já para já condenar ninguém, mas vamos esperar os resultados e contar que será feita uma investigação. Mas, a pergunta é outra. Caso desse tem sido raro ou tem sido frequentes? Se chegarmos que tem sido raro não podemos generaliza-lhos, se chegarmos a conclusão que tem sido frequente, isso aí devemos reagir de forma diferente”, aludiu.

Giovani Rodrigues, 21 anos e natural dos Mosteiros, na ilha do Fogo, morreu no dia 31 de Dezembro de 2019, em Portugal, depois de ter sido vítima alegadamente de agressão perpetuado por um grupo de entre dez a 15 pessoas.

AM/AA
Inforpress/Fim

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