Partido Popular denuncia situação sanitária e repudia “flagrantes” quanto à habitação social

Cidade da Praia, 14 Jun (Inforpress) – O vice-presidente do Partido Popular (PP), Felisberto Semedo, denunciou hoje, o que considera ser “crise sanitária” com a situação da covid-19 e a habitação social no país.

Em declarações à imprensa no final da reunião quinzenal do partido, Felisberto Semedo, referiu-se ainda à decisão “caricata” do Governo em atribuir pequenos estímulos a pessoas que estão inscritas na Rede Única, sendo que muitas pessoas, com maiores necessidades, ficaram de fora.

Felisberto Semedo sublinhou ainda o facto de o Governo ter criado um gestor de crise a quem foi atribuído um salário de 240 mil escudos, enquanto “pessoas passam necessidade”.

Um outro assunto debatido durante a reunião desta semana foi habitação social, onde o partido acusou os sucessivos governos do país, desde a independência à presente data, a não terem conseguido aplicar uma política direccionada para habitação, mais concretamente, a social.

“Consideramos que nem o governo local e nem o central estão a preocupar-se com isso. Com a criação de espaços virgens para política habitacional para pessoas de baixa renda”, disse, referindo-se ainda sobre o caso gritante da ilha da Boa Vista onde muitas pessoas residem em barracas “degradante”.

A reunião de hoje, segundo frisou, serviu também para ser analisada a atitude do parlamento cabo-verdiano face aos “desmandos” de Miguel Monteiro.

“O parlamento cabo-verdiano não passa de um teatro onde um deputado que está envolvido em negociatas não seja repudiado”, conclui lamentando, o facto do presidente da Assembleia Nacional não ter demarco da situação.

PC/ZS

Inforpress/Fim

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