Parlamento: UCID questiona atraso na implementação da lei sobre o investimento directo dos emigrantes em Cabo Verde

Cidade da Praia, 11 Mai (Inforpress) – A União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID, oposição) questionou hoje o atraso na implementação da lei que estabelece as normas que regulam a realização do investimento directo dos emigrantes em Cabo Verde, passados dois anos.

A deputada Dória Oriana Pires levantou a questão durante a sua intervenção inicial no Parlamento, cujo debate foi centralizado na diáspora cabo-verdiana com o ministro das Comunidades, Jorge Santos.

“A UCID quer ser esclarecida porquê que até ainda, passados dois anos, não se efectivou a regulamentação da lei que estabelece as normas que regulam a realização do investimento directo dos emigrantes em Cabo Verde”, assinalou.

Segunda a deputada da UCID, alguns aspectos também são importantes, nomeadamente o motivo dos cabo-verdianos na diáspora continuarem a reclamar sobre a alfândega, com dificuldades das quais passam.

Indicou ainda a preocupação sobre a integração das famílias de emigrantes e a falta de documentação, apontando a necessidade de se conhecer a sua situação de vulnerabilidade nos países de acolhimento.

Por outro lado, Dória Pires frisou, é preciso debruçar e pensar tudo o que é possível para o emigrante, sublinhando que a diáspora vai muito além do ponto de vista financeiro, sendo que são vários os aspectos que devem ser trabalhados para a satisfação da comunidade cabo-verdiana no estrangeiro.

HR/CP

Inforpress/Fim

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