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Parlamento: UCID avalia positivamente papel da Saúde no Orçamento Rectificativo

Nova Sintra, 08 Jul (Inforpress) – O deputado da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID, oposição), António Monteiro, considerou hoje “positivo” o facto de o sector da Saúde ter um “papel preponderante” na proposta do Orçamento Rectificativo apresentada pelo Governo.

O deputado, que falava durante a discussão, no parlamento, do Orçamento Rectificativo, disse concordar que é necessário ter o referido orçamento para ajudar na resolução dos problemas económicos e sociais do País e evitar que este pare.

“A saúde possui um papel preponderante neste orçamento rectificativo”, afirmou, considerando que é algo “positivo”, tendo notado durante uma “análise superficial” do documento, como disse, que há um aumento da despesa em cerca de dois milhões de contos destinado à questão da saúde.

Entretanto, defendeu que o Governo deveria “redistribuir um pouco mais” estas despesas com sectores que mantiveram com as mesmas verbas destinadas no Orçamento do Estado (OE) de 2020 e que na óptica do partido deveriam ser incluídas neste Orçamento Rectificativo para fazer face a essa situação da pandemia.

Assim, o parlamentar considerou que o Governo “andou mal”, e realçou ainda que este orçamento teria que “criar as condições” para que as famílias e as empresas pudessem funcionar.

Relativamente às famílias diz entender que o Governo tem que ver como fazer para que os recursos destinados a estas pessoas possam chegar de forma “mais certa”.

Também chamou a atenção do Governo no quesito do Rendimento Solidário, que segundo o mesmo “está muito aquém daquilo que gostaria que estivesse”, tendo em conta que são “inúmeras pessoas que não têm tido acesso a este recurso”.

Não obstante, às inquietações apontadas, António Monteiro pediu que neste debate se discutisse a questão do INPS que, “infelizmente”, muitas empresas e microempresas assumiram os seus compromissos para com o INPS, mas muitos trabalhadores não têm tido a possibilidade de terem os 35 por cento (%) que o INPS deveria ceder.

Para finalizar, acentuou que deseja um orçamento que “resolva os problemas das empresas e das famílias”.

O orçamento rectificativo é de 75 milhões de contos, com um acréscimo de dois milhões de contos face ao orçamento inicial que era de 73 milhões de contos.

MC/AA

Inforpress/Fim

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