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Parlamento são-tomense ameaça fechar a Igreja Universal do Reino de Deus no país

São Tomé, 09 Out (Inforpress) – O parlamento são-tomense ameaçou hoje banir do país a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), exigindo que apresente em território nacional o cidadão Uidimilo Veloso, um pastor que terá entrado em rutura com a organização.

“A igreja deve assumir” e apresentar o cidadão são-tomense no país, caso contrário “nós accionaremos outros mecanismos para não existir mais esta igreja cá em São Tomé e Príncipe”, disse aos jornalistas Alda Ramos, salientando que foi dado um prazo de oito dias foi dado ao bispo da IURD, Ranger da Silva, durante uma audição com duas comissões parlamentares que demorou mais de três horas.

“Entendemos que a igreja tem toda a responsabilidade de trazer de volta o cidadão Uidimilo Veloso”, disse Alda Ramos, considerando que a responsabilidade pelo bem-estar daquele cidadão é “responsabilidade da Igreja Universal”, que “deverá accionar todos os mecanismos possível para que regresse rapidamente ao país”, acrescentou a porta-voz.

Uidimilo Veloso, pastor da IURD há 14 anos na Costa do Marfim, foi preso por denúncias de alegada difamação e calúnias na rede social Facebook contra a igreja. A sua mulher, grávida, foi deportada para São Tomé e o pastor estará detido na Costa do Marfim, por acusação apresentadas pela Igreja.

“Nós entendemos que a Igreja Universal violou o direito humano, tendo em conta que o cidadão foi condenado a um ano de prisão e nem sequer teve direito a um advogado. Isso não é possível, é uma violação dos direitos humanos”, disse Alda Ramos.

A porta-voz do parlamento são-tomense disse quem caso a IURD não assuma as suas responsabilidades de colocar Uidimilo Veloso em São Tomé dentro do prazo estipulado, a congregação religiosa poderá ser banida no país.

Segunda a responsável, Ranger da Silva “colocou algumas dificuldades” em cumprir o prazo.

“Se eles não despacharem, seremos obrigados a tomar outras decisões”, garantiu a responsável parlamentar.

A denúncia da prisão do cidadão são-tomense na Costa do Marfim foi feita pela esposa que revelou outros episódios, incluindo a exigência de uma vasectomia ao seu marido.

“A igreja não fez nenhuma queixa contra o pastor, a igreja fez queixa contra o perfil falso na internet que estava denegrindo a imagem da igreja dos pastores e dos missionários”, explicou, em resposta, o bispo Ranger da Silva.

“Foi um crime cibernético que levou o pastor Uidimilo Veloso a prisão”, disse o bispo.

Inforpress/Lusa

Fim

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