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Parlamento: primeiro-ministro diz que ficou provado que do lado do PAICV “não há nada de novo”

Cidade da Praia, 24 Mar (Inforpress) – O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, disse hoje no Parlamento que ficou provado que do lado do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV-oposição) “não há nada de novo”, mas, sim, o “mesmo discurso desconstrutivo”

Ulisses Correia e Silva falava no final do último debate parlamentar da IX Legislatura sobre o balanço da governação.
“Ficou provado que do lado do PAICV não há nada de novo. Não apresentaram nenhuma proposta, nenhuma ideia, mas sim o mesmo discurso desconstrutivo. Negacionista, negativista… nada de novo”, afirmou.

Ainda nas suas declarações, o Chefe do Governo ressaltou que o seu Governo cumpriu o seu programa e num contexto difícil, “o pior de que qualquer outro governo depois da independência e na democracia (…), o que “não pode ser ignorado”.

“Não se pode ignorar três anos de seca severa. Não estamos a falar de qualquer seca, mas sim da pior seca dos últimos 37 anos. Não se pode ignorar os impactos que esta teve na agricultura, na água, na criação de animais e nas famílias rurais”, frisou.

Ulisses Correia e Silva defendeu ainda que não se pode ignorar que este período de seca teve também impacto nas actividades da governação.

“Não houvesse esta seca severa aqui, tínhamos utilizado os recursos para outras finalidades. O mesmo tempo e atenção, com os quais o Ministério da Agricultura dedicou praticamente apenas a fazer mitigação, poderiam ser aplicados noutras prioridades”, acrescentou.

Mas mesmo assim, disse que o seu Governo investiu na agricultura e que há hoje mais água mobilizada para o sector e com utilidade para os agricultores, assim como mais energias renováveis e mais condições para que os jovens possam investir na agricultura.

“Isso é uma realidade, temos um grande desafio de vencer a covid-19, também é algo que em todos os países as oposições responsáveis consideram que é impactante nas empresas, no rendimento e nas vidas das pessoas”, prosseguiu.

Apesar disso, argumentou que o seu Governo deu “um bom combate” e fez com que o País crescesse.

“Mesmo em situação de pandemia, há projecções positivas para 2021 e 2022. É claro que 2020 foi um ano de forte contracção económica, mas o País está de pé, os cidadãos têm a noção exacta da situação e conseguem distinguir quem aproveita das dificuldades das pessoas para tirar proveito político e quem apresenta discursos diferentes e ocasiões diferentes”, acusou.

O primeiro-ministro afirmou igualmente que o PAICV tem dito às pessoas para tomarem cuidado com as vacinas e também a dizer que o Governo tem muito dinheiro que veio de fora para combater a pandemia, mas que, no entanto, têm andado a usá-lo para outros fins.

“Estão explorando a pobreza das pessoas até o limite. Recusando explicar às pessoas o que é que trouxeram de novo, suas soluções e alternativas, para além de criar uma ideia na cabeça das pessoas que o assistencialismo é algo que pode ser alimentado para sempre”, realçou.

Finalizando, Ulisses Correia e Silva declarou que o seu partido, o Movimento para Democracia (MpD), está preparado para continuar a proteger o Pais, assim como para proteger o rendimento, as famílias e a economia.

O desafio neste momento, disse, é ultrapassar esta primeira fase,” mais difícil”, de retoma e depois para fazer um relançamento.

GSF/JMV

Inforpress/Fim

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