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Parlamento: PAICV diz que OE2022 não apresenta informações sobre os recursos para a retoma da TACV

Cidade da Praia, 25 Nov (Inforpress) – O PAICV, maior partido da oposição, afirmou hoje que a proposta do Orçamento Geral do Estado para 2022 não apresenta informações relativamente a recursos para a retoma da companhia TACV, prevista para reiniciar as atividades em Dezembro.

O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, tinha garantido esta quarta-feira, no parlamento, que a companhia aérea de bandeira, TACV, começará a realizar as suas operações no próximo mês de Dezembro.

No entanto, hoje, também no Parlamento, o deputado do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) Julião Varela afirmou que “não há nenhuma informação relativamente aos recursos para a retoma da TACV, tratando-se de uma empresa pública em que o único acionista é o Estado, defendendo, por isso, que tem de haver “recursos para esta retoma”.

Varela reiterou, nesta linha, que o Governo está “muito preocupado” em arredar recursos para suprir os gastos do Estado.

Segundo o parlamentar, o documento apresentado para aprovação é um orçamento em que o Governo se “preocupa muito em procurar os recursos”, apontando que o executivo arrecada do bolso dos cabo-verdianos mais de 3,9 mil milhões de contos em IVA, mais 1,5 mil milhões de contos em direito de importação de mais de 200 matérias primas com impacto nos alimentos, materiais de construção, medicamentos, de entre outro impostos.

“O orçamento não reconhece as dívidas ao INPS disponibilizadas para o lay off”, exemplificou, apontando que a proposta do OE2022 apresenta uma taxa de crescimento, mas questionou “com base em quê”

“Em consumo é que não pode ser, já que as famílias perdem o poder de compra, e nem é em investimentos já que o Governo está a reduzir a nível de investimentos, o que devia ser o contrário, como se manda as boas práticas de economia”, retorquiu.

Afiançou, igualmente, que o crescimento económico vai ser impulsionado pelos gastos e impostos, por isso, o Governo “não terá” como gerar riquezas para distribuir em Cabo Verde.

TC/JMV
Inforpress/Fim

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