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Parlamento: MpD aponta a diáspora como “pilar estratégico” do desenvolvimento do país

Cidade da Praia, 09 Jul (Inforpress) – O Movimento para a Democracia (MpD, poder) apontou hoje a diáspora como “pilar estratégico” do desenvolvimento do país, com uma “visão ambiciosa” para atingir a sustentabilidade.

A posição do MD foi defendida pelo deputado Emanuel Barbosa, durante a declaração política do partido que sustenta o Governo.

Na ocasião, o parlamentar disse que o actual Governo, “em obediência a esta visão estratégica”, tem gizado políticas públicas dirigidas às comunidades emigradas cabo-verdianas, vistas na perspectiva de integração no processo de desenvolvimento do país.

Nesta linha, destacou que o MpD tem feito uma “pragmática parceria” estratégica com a diáspora cabo-verdiana, ancorada numa “efectiva visão” da Nação global tendente à construção do futuro comum.

Realçou que nos últimos quatro anos, medidas de políticas conducentes a promover uma “relação mais estreita” e mais “profícua” entre a diáspora e o país, vem sendo implementadas de “forma consistente, sistemática e estruturada”.
Indicou que um dos ganhos do Executivo está ligado ao compromisso da despartidarização das questões relativas às comunidades emigradas que se encontram materializadas, podendo ser comprovadas.

“Está em estágio bastante avançado uma autêntica revolução no funcionamento das nossas embaixadas, visando estabelecer um novo e inovador padrão de relacionamento entre as nossas embaixadas e os nossos emigrantes”, ressaltou.

Essas revoluções, segundo Emanuel Barbosa, estribam-se na “melhoria substantiva” da qualidade de serviço prestado presencialmente nas instalações das embaixadas.

Explicou que tendo em conta o estilo de vida no estrangeiro e o contexto das restrições impostas pela Covid-19, a política do Governo ganha uma “preponderância especial”, que é a “desmaterialização das embaixadas e consulados”, que passa pelo “Portal Consulado”.

No que tange à produção legislativa, o deputado avançou que foi aprovada a lei do “Estatuto do Investidor Emigrante”, atendendo a uma antiga reivindicação das comunidades emigradas, criando um “quadro legal” com um conjunto de incentivos e benefícios fiscais específicos a favor do investimento externo dos emigrantes cabo-verdianos no território nacional.

No campo da cultura, frisou a abertura do Centro Cultural em Lisboa, o qual vem assumindo, paulatinamente, um “papel fundamental” na promoção, divulgação, valorização e preservação da nossa cultura.

Emanuel Barbosa felicitou ainda a nomeação “da filha de Santiago, mais concretamente do concelho do Tarrafal”, Elisabeth Moreno, para o cargo de ministra delegada para Igualdade de Género, Diversidade e Igualdade de Oportunidades do Governo francês.

Por fim, reforçou que o Executivo tem feito um “trabalho sério” no sentido de aprofundar e ampliar o espaço de influência da diáspora cabo-verdiana, no processo de desenvolvimento de Cabo Verde, que tem como pedra angular as orientações constantes do documento estratégico “Agenda 2030”.

HR/JMV

Inforpress/Fim

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