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Parlamento: MpD acusa PAICV de querer beliscar instituições do Estado com insinuações sobre falta de transparência

Cidade da Praia, 24 Nov (Inforpress) – O Movimento para a Democracia (MpD, poder) acusou hoje o PAICV de querer beliscar instituições do Estado com insinuações sobre falta de transparência, considerando ser também uma estratégia para descredibilizar o Governo.

Esta leitura foi feita pelo líder da bancada parlamentar do MpD, João Gomes, na abertura do debate com o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, com o tema “A transparência como factor de desenvolvimento”.

Segundo referiu, perante o discurso de apresentação e a prática sistemática adoptada pelo Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição), desde que deixou de ser poder, “não tem o propósito” de fiscalizar a acção governativa.

No seu entender, o objectivo do maior partido da oposição “visa tão só”, beliscar algumas instituições do Estado ou até pôr em causa a credibilidade, a eficiência e a eficácia nas contas públicas e o respeito ao Estado, mesmo que para isso, prosseguiu, se tenha de confundir em vez de distinguir conceitos de transparência, suspeição e insinuação.

“Este PAICV escolheu a via de uma acção política ancorada numa estratégia desesperada de tentar descredibilizar o Governo e manchar a qualidade da democracia cabo-verdiana, através de contínuas iniciativas de lançamento de suspeições e insinuações, quiçá doentias”, atirou o deputado ventoinha.

Neste sentido, adiantou, este comportamento do PAICV é visível com todas as “boas medidas” tomadas pelo Governo, desde os estímulos fiscais à indústria nacional, à importação das primeiras vacinas no combate à pandemia da covid-19, passando pelo Acordo de Pescas com a União Europeia.

Defendeu, por outro lado, que a governação liderada por Ulisses Correia e Silva “é reconhecida internacionalmente” pela marca da transparência, tida como “pedra basilar” do processo de consolidação do Estado de Direito Democrático, livre, pluralista e exigente.

“Cabo Verde é o País mais livre de África em termos de liberdades políticas e civis (Freedom House, 2019/2020), é a 3ª melhor democracia em África (Demócracy Index, 2019), lidera o ranking de Governança Pública na África Subsariana (Relatório de Avaliação Política e Institucional (CPIA), Banco Mundial, 2019) ”, frisou.

Contudo, salientou, o seu partido aguarda contributos neste debate, “se possível valiosos”, para melhorar ainda mais a transparência pública, com argumentos objectivos e credíveis, alcançando assim  patamares ainda mais altos do controle das contas públicas.

HR/AA

Inforpress/Fim

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