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Parlamento: debate com primeiro-ministro marca segunda sessão plenária de Novembro

Cidade da Praia, 26 Nov (Inforpress) – O debate com o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, sobre juventude, qualificação e emprego, é o ponto marcante da segunda sessão plenária de Novembro do Parlamento cabo-verdiano, que arranca esta quarta-feira, 27.

Além do debate com o primeiro-ministro, constam da ordem do dia a apresentação e discussão do Orçamento do Estado para 2020, assim como a discussão e votação do projecto de resolução que aprova o orçamento privativo da Assembleia Nacional para o ano 2020.

O debate com Ulisses Correia e Silva foi proposto pela bancada do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV).

O líder parlamentar deste que é o maior partido da oposição, Rui Semedo, afirmou hoje, em conferência de imprensa, que irá exigir um programa concreto e estruturado para a juventude, que faça a interligação entre a formação e o emprego.

Por seu turno, também, em conferência de imprensa, realizada hoje, para fazer o balanço das jornadas parlamentares da bancada do Movimento para Democracia (MpD), o vice-presidente deste partido que sustenta o governo, Alcides de Pina, admitindo que há muitos jovens no desemprego, afirmou que o país “está melhor nesta matéria da juventude do que em 2015.

No que diz respeito ao orçamento do Estado para 2020, a bancada parlamentar do PAICV fez saber que não sufragará o documento se, no final do debate parlamentar, o Governo não incorporar as suas propostas. Pois defende que, neste que é o último Orçamento da actual legislatura, não se vislumbra que o governo irá cumprir com as suas promessas.

“As falhas do governo, dos anos anteriores, ou dos outros orçamentos dos anos anteriores, não serão colmatados com esta proposta que temos nas mãos. Não foram sufragados em sede de concertação social, o que significa que não é também um orçamento consensual, apesar de ser um orçamento eleitoralista, não responde aos desafios do desenvolvimento do país e não corresponde às expectativas dos cabo-verdianos”, afirmou Rui Semedo, para quem a presente proposta é “eleitoralista”.

Rui Semedo avançou ainda que o seu partido vai, durante o debate, ver qual será a abertura do governo para incorporar as suas propostas e levar em conta as suas críticas e sugestões. No final, pontua, em virtude da atitude que o governo tiver, da abertura para aceitar contribuição ou não, o PAICV terá uma posição formada.

Por outro lado, a bancada do MpD entende de outra forma. Alcides de Pina garante que a proposta vai reduzir as assimetrias regionais e favorecer o crescimento económico, uma vez que é “um orçamento visto como um instrumento e uma estratégia de desenvolvimento de Cabo Verde”.

“Um orçamento para continuarmos a ajudar Cabo Verde a crescer, um orçamento para continuar a ter um Cabo Verde inclusivo, que prevê uma diminuição do deficit público para 1,7%, que tem a preocupação de continuar a trajectória de diminuição da divida pública em relação ao PIB”, referiu.

GSF/JMV

Inforpress/Fim

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