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Para se combater os problemas da insegurança no país é preciso apostar nos jovens – primeira-dama

 

Cidade da Praia, 05 Ago (Inforpress) – A primeira-dama, Lígia Fonseca disse hoje que para se combater os problemas da insegurança com defronta o país, é preciso uma aposta nos jovens, reconhecendo, no entanto, a “aposta forte” do Governo neste combate.

Lígia Fonseca fez estas considerações hoje, na Cidade da Praia, durante um encontro intitulado “conversa aberta” com os jovens do bairro de Safende, no âmbito de uma colónia de férias realizada pelo movimento Jovens pela Paz da Praia, que teve início desde de 01 de Agosto e vai estender-se até 14 do corrente, com participação de crianças do 1º ao 10º ano de escolaridade.

No dizer da primeira-dama que se fez acompanhar nesse evento do ministro da Administração Interna, esta conversa “aberta e descontraída” permite que cada parte saiba o que têm que fazer para que Cabo Verde continue a ser cada vez mais um país de paz.

“A paz é essencial, não só para melhorar a economia, mas para que se viva em harmonia e na paz”, enfatizou.

O encontro de hoje serviu ainda para que o ministro da Administração Interna, Paulo Rocha partilhasse com a comunidade o novo Plano Estratégico do Governo, Programa Nacional de Segurança Interna e Cidadania (PNSIC), que visa trabalhar as origens socioculturais do crime, com enfoque muito forte na prevenção, com o propósito de se criar ambientes saudáveis na família, na escola e na sociedade em geral, “promovendo a cultura da não violência”.

De acordo com o ministro Paulo Rocha, que reconheceu o “trabalho meritório” do movimento Jovens Pela Paz no combate à violência nos bairros da capital, o problema da insegurança e da criminalidade começa pelo problema da violência, “mas as soluções passam pelas comunidades”.

Já para o presidente do movimento Jovens pela Paz, Bernardino Gonçalves, que congratulou a presença da primeira-dama e do governante, lembrou que a associação que trabalha com crianças e jovens de 6-25 anos, tem trabalhado para que a sociedade seja mais amigável e que tenha respeito pelas “palavras mágicas”.

Bernardino Gonçalves lamentou o facto de este bairro ainda ter “factores de riscos” como álcool e outras drogas, comprometendo, no entanto, trabalhar na prevenção para que possam “trazer a paz para o país”.

FM/FP

Inforpress/Fim

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