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Papa expressa tristeza pela debandada que provocou 45 mortos em Israel

Cidade do Vaticano, 02 Mai (Inforpress) – O papa Francisco manifestou hoje condolências a Israel pela tragédia resultante de uma debandada em massa que provocou 45 mortes numa festa judaica na noite de quinta-feira.

“Com tristeza, exprimo a minha proximidade à população de Israel pelo incidente no Monte Merón, que causou a morte de 45 pessoas e inúmeros feridos. Garanto a minha memória na oração pelas vítimas desta tragédia e pelas suas famílias”, afirmou, depois de rezar a Regina Coeli, que substitui o Angelus na época da Páscoa.

A debandada aconteceu na quinta-feira no Monte Meron, na Galileia, onde cerca de 100.000 ultraortodoxos se reuniram para o feriado de Lag Baomer.

O pontífice, da janela do Palácio Apostólico, também expressou a sua preocupação com a situação na Birmânia (Mianmar), país que visitou em 2017 e que está mergulhado no caos há três meses, após o golpe que acabou com a democracia.

“Pedimos à nossa mãe do céu que fale ao coração de todos os responsáveis por Mianmar para que tenham a coragem de trilhar o caminho do encontro e da reconciliação e da paz”, disse.

Após a Regina Coeli, Francisco fez ainda um elogio à figura do novo beato da Venezuela, o médico José Gregorio Hernández, e expressou o desejo de que o seu exemplo encoraje a sociedade e aqueles que sofrem “no corpo e no espírito”.

“Ele foi um médico cheio de ciência e fé, que soube reconhecer o rosto de Cristo nos enfermos e, como bom samaritano, os ajudou com a caridade evangélica”, disse.

“Que o teu exemplo nos ajude a cuidar dos que sofrem no corpo e no espírito”, salientou, pedindo depois aos fiéis que o ouviram da Praça de São Pedro do Vaticano “aplausos ao novo beato”.

Na sexta-feira, o médico venezuelano José Gregorio Hernández, falecido em 1919, foi beatificado em Caracas numa cerimónia reduzida, segundo as medidas de segurança que marcam a pandemia, que contou com a presença de apenas cerca de 150 pessoas.

A beatificação veio depois de Francisco ter reconhecido o milagre concedido à menina Yaxury Solórzano Ortega, que levou um tiro na cabeça durante um assalto.

O evento ocorreu em Março de 2017, na região central do estado de Guárico, quando a menina tinha 10 anos.

Depois de os médicos que a trataram terem dito aos pais que a menina ia morrer, a sua mãe orou a José Gregorio pela sua cura, razão pela qual, segundo a versão de seus parentes, endossada pelo papa, ela foi salva.

Inforpress/Lusa

Fim

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