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Pandemia exigiu uma “rápida reorientação” das actividades operacionais da IGAE – responsável

Cidade da Praia, 28 Mai (Inforpress) – O inspector-geral das Actividades Económicas, Paulo Monteiro, disse hoje, na Cidade da Praia, que a pandemia veio exigir uma “rápida reorientação” das actividades operacionais da Inspecção Geral das Actividades Económicas (IGAE).

A revelação foi feita na  apresentação do painel “a intervenção da Inspecção-Geral das Actividades Económicas no contexto da pandemia da covid-19”, durante a conferência “a prevenção criminal e o controlo da actividade policial”, organizada pelo Instituto Superior de Ciências Jurídicas e Sociais (ISCJS).

“Com esta pandemia estamos a desviar toda a nossa atenção para esse contexto, pelo seu impacto gigantesco na saúde e na economia, de modo a dar respostas aos aspectos mais prementes”, justificou.

Paulo Monteiro avançou que para combater essa situação a IGAE não conta com muitos recursos humanos, pelo que a instituição tem de “desdobrar” para estar em todo país.

“Felizmente nós temos bons parceiros e nas ilhas onde não há inspectores da IGAE contamos com a colaboração das delegacias de saúde locais e da Polícia Nacional”, explicou.

Por isso, o inspector-geral avançou que a com pandemia da covid-19 a instituição tem levado a cabo várias acções de sensibilização, seguida de actuações de controlo, fiscalização e cumprimento das medidas de segurança sanitárias.

Essas acções, acrescentou Paulo Monteiro, são feitas em conjunto com a Polícia Nacional, a Protecção Civil, as Forças Armadas, os Bombeiros, a Direcção-Geral do Trabalho e a Entidade Reguladora Independente da Saúde.  

A IGAE é órgão da polícia criminal encarregue de promover acções preventivas e repressivas em matéria de infracções anti-económicas e contra a saúde pública.

Apresenta como missão a fiscalização e prevenção do cumprimento da legislação reguladora do exercício das actividades económicas, nos sectores alimentar e não alimentar, bem como a avaliação e comunicação dos riscos na cadeia alimentar, velando pelo cumprimento das leis, regulamentos, instruções, despachos e demais normas que disciplinam as actividades económicas.

O objectivo desta conferência, segundo o coordenador da licenciatura em Criminologia e Segurança Pública, António Gonçalves, é transmitir experiências práticas aos alunos, contribuindo para o “saber fazer”.

OM/HF

Inforpress/Fim

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