Organização da exposição “Baía de Inferno ou de Santa Clara – Genius Loci” quer sensibilizar a população sobre a importância do ambiente

Cidade da Praia, 10 Jul (Inforpress) – A organização da exposição “Baía de Inferno ou de Santa Clara – Genius Loci” quer sensibilizar a população sobre a importância do ambiente e partilhar com os visitantes a beleza de uma parte da ilha de Santiago pouco conhecida.

Esta afirmação foi feita pelo investigador e um dos membros da organização Wlodziemierz Szymaniak, em declarações à Inforpress, no âmbito da inauguração da exposição “Baía de Inferno ou de Santa Clara – Genius Loci”, que arrancou hoje no Palácio da Cultura Ildo Lobo, Cidade da Praia.

A Baía de Inferno, conforme lembrou, encontra-se localizada no concelho de Santa Catarina, numa zona menos povoada e com particularidades biológicas e geográficas “muito especiais”.

“Ela tem particularidades biológicas e geográficas muito especiais, por exemplo naquela zona há um vulcão muito bem conservado e uma montanha que é o ponto mais alto de todo o Cabo Verde e é um dos lugares menos conhecido de toda a ilha de Santiago”, disse.

Segundo este responsável, devido a ausência da interferência humana na zona, conseguiu-se preservar a biodiversidade, salientando que a Universidade Jean Piaget de Cabo Verde (Uni-Piaget), juntamente com os parceiros, realizou um projecto de investigação que se materializa através da exposição.

A exposição que é constituída por 14 painéis e é realizada pela Uni-Piaget apresenta, conforme Wlodziemierz Szymaniak, os aspectos históricos da referida baía que “é um local que tem características únicas e relevantes e uma paisagem deslumbrante que não foi ainda contaminada pela presença humana”.

Reiterou, por outro lado, que a organização do evento pretende, essencialmente, sensibilizar sobre a importância da preservação do meio ambiente, que no seu entender não tem sido valorizada como se deveria.

A exposição “Baía de Inferno ou de Santa Clara – Genius Loci” estará patente de hoje até o dia 24 de Julho.
A exposição tem a coordenação de Ana Paula Aguiar da Uni-Piaget, para o qual contribuíram Wlodziemierz Szymaniak, Jorge Sousa Brito e Ricardo Marques da Uni-Piaget, Ana Veiga, Diego Alhinho e Samir Martins da ONG Lantuna, Nuno Loureiro da Universidade do Algarve e Mara Abu-Raya da Universidade de Cabo Verde.

CM/DR
Inforpress/Fim

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