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Ordem desafia contabilistas e auditores a serem “briosos” na sua contribuição para economia

Cidade da Praia, 20 Nov (Inforpress) – O presidente da Ordem Profissional de Auditores e Contabilistas Certificados de Cabo Verde (OPACC), José Mário Sousa, desafiou os membros a serem “briosos” na sua contribuição à economia, à sociedade e ao ‘accountability’ em geral.

Aquele responsável falava na abertura do III congresso OPACC, a decorrer na cidade da Praia, tendo como tema “os desafios da contabilidade e auditoria em tempos de pandemia e pós-pandemia”.

Evento que, conforme indicou José Mário Sousa, serve para debater o futuro da ordem, mas também demonstrar o trabalho prestado pelos membros da classe profissional dos contabilistas e auditores, oferecendo uma mais-valia aos seus clientes, à economia e sociedade cabo-verdiana em geral.

“De facto a contribuição da classe contábil dá maior credibilidade às informações financeiras e transmitem maior confiança aos stakeholders, e consequentemente leva a melhoria do clima de investimento, mais prosperidade e maior justiça social”, explicou.

José Mário Sousa sublinhou que num mundo fortemente marcado pela incerteza e num país como Cabo Verde, marcado com índice de crescimento económico modesto, os profissionais da contabilidade e auditoria têm um papel importante no apoio à actividade empresarial.

“Nunca é demais recordar que são as empresas quem mais empregos criam, mais riqueza produzem, mais inovações promovem, e maior crescimento alcançam. Nunca é demais recordar que com a crise instalada é tempo de os profissionais contábeis terem como desafio reforçar a mudança do sistema vigente em busca de modelo mais centrado na produção e competitividade, modelo que garante o contínuo desenvolvimento do país”, realçou.

Neste sentido desafiou os membros da ordem que tenham orgulho do seu trabalho e saibam defender a importância da classe profissional perante os poderes públicos e à sociedade.

O III Congresso da OPACC conta com a participação de representantes das ordens congéneres internacionais, nomeadamente da Ordem dos Revisores de Conta de Portugal (OROC), da Ordem dos Contabilistas Certificados de Portugal (OCC) do Instituto Português da Auditoria Interna (IPAI) da ORNATOS-Guiné Bissau e da Comissão Profissional dos Contabilistas da Região Administrativa Especial de Macau.

A abertura do encontro foi presidida pelo secretário de Estado das Finanças, Alcindo Mota, que sublinhou a “importante” responsabilidade pública da OPACC na garantia da qualidade e da credibilidade da contabilidade e da auditoria.

“Apresentamos aqui o enorme prestígio e a importância e relevância pública da OPACC ciente de que auditoria avalia nomeadamente a solidez financeira patrimonial, garante a transparência e assim tem uma importância transcendental para a governança corporativa”, disse.

Ciente de que a também contabilidade de elevada qualidade é essencial para garantir a boa governança das empresas, desenvolvimento empresarial, o crescimento inclusivo e o desenvolvimento sustentável, Alcindo Mota adiantou que, não obstante tratar-se de uma instituição privada, o Governo reconheceu a existência do interesse público na sua criação.

“A qualidade das demonstrações financeiras das empresas e outras entidades e certificação das mesmas constituem factor de credibilidade ao funcionamento da economia real, permitindo uma melhor gestão dos recursos e acesso mais completo da informação essencial para a captação de investimentos”, sustentou.

Criada em 2000, a OPACC é uma pessoa colectiva de direito público, sem fins lucrativos e responsável pela certificação de todos os profissionais de auditoria e contabilidade e das sociedades de auditores e contabilistas de Cabo Verde.

MJB/ZS

Inforpress/fim

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