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ONU tem “muita esperança” que Joe Biden melhore situação dos direitos humanos

Genebra, 09 Dez (Inforpress) – A alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, manifestou hoje “muita esperança” de que o Presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, consiga melhorar a situação dos direitos humanos no país e no mundo.

Bachelet expressou o seu optimismo durante a conferência de imprensa anual de fim de ano em Genebra, na sequência de “uma série de compromissos promissores” feita pelo Presidente eleito.

A alta comissária sublinhou a determinação mostrada pelo novo Presidente norte-americano em defender o Programa dos Direitos do Jovem Migrante (DACA), as suas promessas de aumentar o número de refugiados acolhidos, acabar com as separações familiares, apoiar os direitos de saúde sexual e reprodutiva, de se concentrar na erradicação do racismo sistémico e proibir a tortura.

“Estou muito feliz com todos estes objectivos”, admitiu Michelle Bachelet, considerando que Joe Biden “será muito melhor para os direitos humanos”.

A alta comissária também sublinhou as promessas internacionais de Biden, em particular a de acabar com a retirada dos Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde e a de restabelecer o Acordo de Paris sobre o clima.

Se essas promessas forem cumpridas “terão um impacto positivo sobre os direitos humanos nos Estados Unidos e em todo o mundo”, sublinhou, acrescentando estar ansiosa “pela renovação do compromisso dos Estados Unidos com as organizações multilaterais”.

Bachelet disse que ainda não tinha falado com Joe Biden desde a sua eleição, mas referiu que o conhece bem, desde a altura em que ele era vice-Presidente dos EUA e ela era Presidente do Chile.

Espero que Biden “também possa reverter políticas seguidas pela administração Trump que resultaram em sérios reveses para os direitos humanos, incluindo os direitos das mulheres, das pessoas LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgénero], migrantes e jornalistas”, adiantou a responsável da ONU, admitindo estar “também muito preocupada com a febre de execuções federais” planeadas por Donald Trump durante as suas últimas semanas no cargo.

Inforpress/Lusa

Fim

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