OMS aponta “Mexi Mexê” como exemplo na promoção da actividade física na região africana

Cidade da Praia, 04 Mai (Inforpress) – A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta o Programa Nacional para a Actividade Física e Saúde, conhecido como Mexi Mexê, como exemplo na promoção da actividade física na região africana.

Na sua página oficial, a OMS aponta o Mexi Mexê como o projecto que os países africanos têm de desenvolver, para adaptar os seus planos de acção nacionais sobre a actividade física.

Por isso, recomenda uma abordagem que considere o sistema em seu todo para uma implementação eficaz das intervenções relativas à actividade física nos diferentes países africanos.

“A implementação eficaz de uma resposta nacional à prática de actividade física ultrapassa o âmbito de uma única instituição”, indica a organização das Nações Unidas para o sector da saúde.

“Todos os países devem criar mecanismos de coordenação para desenvolver e implementar uma resposta nacional. Esses mecanismos devem garantir uma liderança nacional, bem como a devida harmonização e execução continuada das prioridades políticas e das actividades de planeamento, implementação, afectação de recursos e avaliação nos sectores”, precisa.

O Programa Nacional para a Actividade Física e Saúde, conhecido como Mexi Mexê, foi introduzido pelo Governo em 2017.

O objectivo é “incentivar a prática de actividade física nas escolas, nos locais de trabalho, em casa e na comunidade, independentemente da origem ou classe social das populações”.

O programa visa, igualmente, promover um estilo de vida saudável e melhorar a qualidade de vida da população cabo-verdiana ao longo da vida.

O programa é coordenado pelo Ministério do Desporto e conta com uma ampla colaboração e apoio dos parceiros, incluindo das câmaras municipais, da Polícia Nacional, das instituições das Nações Unidas, do Comité Olímpico Nacional e do Ministério da Saúde.

Está organizado em torno de cinco intervenções: a rede de instrutores de actividade física, “rua activa”, “idosos activos”, “pausa activa no local de trabalho” e programas de ‘jogging’ comunitário.

Até à data, foram formados 300 instrutores de actividade física para motivar as populações das comunidades a serem mais activas.

OM/CP

Inforpress/Fim

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