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Olavo Correia garante que o Governo está a “alocar” os recursos necessários para apoiar a formação profissional

Cidade da Praia, 21 Jan (Inforpress) – O vice-primeiro ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, garantiu hoje que o Governo está a “alocar” os recursos necessários para no apoio à formação profissional, permitindo um impacto positivo no mercado de trabalho para os jovens.

Olavo Correia fez estas declarações após a apresentação pública das ofertas formativas 2019, estágios profissionais e oportunidades de financiamento, que aconteceu na Cidade da Praia.

Na ocasião, o governante revelou que as ofertas de estágios profissionais e formação profissional vão contemplar dez mil jovens por todo país, com o valor a ultrapassar os 700 mil contos para apoiar a formação profissional, além de outras medidas que o Executivo está a tomar a nível das empresas.

“Dois milhões de contos para o sistema de garantia, dez milhões de dólares para garantia parcial, três milhões de dólares para promover as empresas para programas de formação, com programas de apoio a nível da elaboração de projectos”, referiu o vice-primeiro ministro, para quem estas iniciativas reflectem uma mudança de paradigma centrada no emprego e na empregabilidade.

Com isso, reforçou que as medidas, com impacto no mercado de trabalho, fará sentido se todo o programa ser acordado com as empresas quer em relação às áreas quer ao próprio conteúdo das formações profissionais.

“O Estado vai comparticipar com 60% no custo da formação para aliviar o encargo financeiro das empresas. Portanto, temos aqui condições criadas para que os jovens tenham uma vida melhor”, sustentou.

Por isso, realçou que o Estado está a criar as condições para que os jovens tenham a possibilidade de definir o próprio futuro, com a gratuitidade no ensino pré-escolar, ensino básico obrigatório e o ensino secundário, até o 10 º ano, permitindo-os acesso ao ensino de qualidade, independentemente das condições financeiras dos pais.

Olavo Correia apelou ainda maior engajamento do servidor público, na celeridade das questões que possam gerar emprego no país, eliminando “o grande cancro” no país que é a burocracia.

HR/JMV

Inforpress/Fim

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