“OE’2021 tem como um dos grandes objectivos recuperar o País e colocá-lo na rota da Ambição 2030” – PM

Cidade da Praia, 26 Nov (Inforpress) – O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, informou hoje no parlamento que o Orçamento do Estado (OE) para 2021 tem como um dos três grandes objectivos recuperar o País e colocá-lo na rota da Ambição 2030.

“Este OE prossegue os seguintes grandes objectivos: controlar a pandemia e desconfinar a economia, proteger os rendimentos, os empregos, as famílias e as empresas e recuperar o país e colocá-lo na rota da Ambição 2030”, afirmou o chefe do Governo no arranque do debate sobre o OE para o próximo ano.

Em consequência, completou, o orçamento investe na saúde, na educação, no rendimento, no emprego, na habitação social, nos cuidados e em outras medidas com efeitos em transferências de rendimentos para as famílias e na protecção de crianças, adolescentes e pessoas com deficiência.

“É um OE com foco no emprego e nos jovens”, prosseguiu Ulisses Correia e Silva, adiantando que mais de sete mil jovens serão beneficiados com formação profissional em todo o País e outros três mil serão beneficiados com estágios profissionais.

Ulisses Correia e Silva anunciou ainda a distribuição de 1.800 novas bolsas de estudos, apoios aos estudos, apoio a start-ups e microempresas de jovens, bem como subsídio para aquisição de habitação própria a 244 jovens.

O primeiro-ministro disse ainda que se trata de um orçamento que vai continuar a proteger as empresas e a redinamizar a sua actividade através da prorrogação das moratórias de créditos, assim como a continuidade à linha de crédito covid-19.

Ulisses Correia e Silva referiu-se ainda à linha de crédito para novos investimentos e a de microfinanciamento, na implementação do Fundo Soberano de Garantia e no reforço na capitalização da Pro Capital para a dinamização do capital de risco.

“É um orçamento que vai continuar a investir no desenvolvimento local e regional com investimentos em água, saneamento, estradas, requalificação urbana e ambiental, desporto, porto marítimo e terminal de cruzeiros”, afirmou.

O primeiro-ministro ressaltou ainda que as políticas económicas, fiscal e financeira do Estado estão ajustadas às exigências do momento, que é a protecção e a necessidade de estabelecer pontes para a recuperação e relançamento da economia, para que o País possa retomar o crescimento económico.

“Este é o Orçamento do Estado que Cabo Verde precisa neste momento”, finalizou.

GSF/AA

Inforpress/Fim

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