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“O desafio da implementação da Economia Azul é fazer com que todos sectores trabalhem em harmonia”- Ministro do Mar

Mindelo, 08 Out (Inforpress) –  O ministro Mar, Paulo Veiga, sustentou hoje que o desafio da implementação da Economia Azul é fazer com que todos sectores,  sejam eles públicos ou privados, trabalhem em harmonia com o meio ambiente.

Paulo Veiga falava durante a webinar “Partilha sobre os Instrumentos de Governança para a Transição para a Economia Azul”,  que aconteceu hoje virtualmente no Ministério das Finanças, na cidade da Praia.

O ministro considerou na sua intervenção que é fundamental uma mudança de paradigma para a adopção de práticas que promovem a protecção dos ecossistemas, valorizem os recursos endógenos, reforcem a governação e regulem os sectores relacionados com a  Economia Azul.

Segundo o governante, tendo em conta as mudanças climáticas e os seus impactos nos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (PEID), de que Cabo Verde faz parte, é fundamental uma mudança de paradigma do “status quo” para a adoção de práticas que visam promover a proteção dos ecossistemas, valorizar os recursos endógenos, reforçar a governação, regular os sectores relacionados com a Economia Azul.

Isto, explicou Paulo Veiga, com o objectivo de articular, dirigir e estimular o investimento privado com os objectivos estratégicos assumidos no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável (PEDS ) e da Agenda 2030

Para o ministro, o papel do sector privado é crucial na concretização das transformações estruturais necessárias para que Cabo Verde alcance a sua visão de desenvolvimento sustentável, tal como consagrada no PEDS.

Neste sentido, sustentou que “o Plano de Investimento para Economia Azul identifica projectos que podem representar oportunidades para atrair investimentos privados, a jusante e a montante, através da sua participação directa no financiamento de projectos ou assumindo a gestão/operação de investimentos efetuados pelo sector público, a fim de optimizar a gestão dos riscos inerentes e melhorar ainda mais a sua rentabilidade.

Lembrando que as estimativas apontam para a necessidade de se arrecadar 108 milhões de Euros para implementar os projectos apresentados pelos sectores público, privados e organizações, Paulo Veiga afirmou que o financiamento do Plano de Investimento para Economia Azul deve seguir uma abordagem “coerente, holística e inclusiva”.

Isto, explicou, tendo em conta todos os recursos disponíveis, a fim de permitir a mobilização de recursos endógenos através da combinação de financiamento concessional com outros recursos internacionais para a Economia Azul.

“Para permitir uma maior previsibilidade dos recursos, principalmente de fontes de financiamento público nacional, recomenda-se que sejam definidos processos e recursos específicos para o financiamento de projectos no âmbito da Economia Azu”, clarificou.

CD/JMV

Inforpress/Fim

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