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Número de vítimas mortais no acidente com avião militar filipino sobe para 29

Manila, 04 Jul (Inforpress) – O número de vítimas mortais do acidente com um avião militar filipino que caiu na ilha de Jolo subiu para 29 e o número de pessoas resgatadas para meia centena, segundo um novo balanço feito pelas autoridades.

O avião tinha 92 pessoas a bordo, incluindo três pilotos e cinco tripulantes, sendo os restantes militares, adiantaram as autoridades militares, citadas pela agência Associated Press (AP).

Os militares seguiam num avião da força aérea filipina C-130 que se despenhou quando tentava aterrar na ilha de Jolo, matando, pelo menos 29 militares, sendo que, pelo menos 50 foram resgatados dos destroços da aeronave em chamas e transportadas para o hospital.

O secretário da Defesa, Delfin Lorenzana, avançou que estão a ser feitos esforços nas operações em curso para resgatar mais vítimas.

Segundo as autoridades, os pilotos sobreviveram, mas ficaram gravemente feridos e, pelo menos quatro moradores no terreno ficaram feridos.

“Segundo testemunhas oculares, vários soldados foram vistos a saltar do avião antes que ele atingisse o solo, poupando-os da explosão causada pelo acidente”, refere um comunicado militar.

As primeiras imagens divulgadas pelos militares mostravam a parte traseira do avião de carga. As outras partes da aeronave arderam ou ficaram espalhadas em pedaços numa clareira rodeada por coqueiros, refere a AP, acrescentando que soldados e equipas de socorristas com macas foram vistos a correr para o local do acidente envolto em fumo.

É muito lamentável. O avião perdeu a pista e estava a tentar recuperar energia, mas falhou e despenhou-se”, disse o general Cirilito Sobejana aos jornalistas.

Muitos dos passageiros tinham recebido recentemente treino militar básico e foram enviados à ilha no âmbito de uma operação conjunta de luta contra o terrorismo nesta região predominantemente muçulmana.

O exército está muito presente no sul das Filipinas devido à presença da organização islamita Abou Sayyaf, considerada uma organização terrorista por Washington.

Inforpress/Lusa/fim

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