Novos investimentos poderão beneficiar de bonificação de até 100% durante a crise pandémica – responsável

Cidade Praia, 30 Set (Inforpress) – O presidente da Pró-Empresa, Pedro Barros, disse hoje que durante o período de crise por causa da pandemia da covid-19, os novos investimentos também beneficiarão de bonificação que poderá ir até os 100 por cento (%).

Pedro Barros fez esta revelação durante uma conferência de imprensa, na Cidade da Praia, para anunciar o que as entidades têm feito para apoiar as vendedeiras para recomeçar as suas actividades.

Afirmou que a grande novidade é que, para além da garantia, que é assegurada quer através do Estado, ou através da Pró-Garante, também, excepcionalmente, durante esta fase de crise da pandemia, os novos investimentos também beneficiarão da bonificação de juros, poderá ir até 100%.

“De 50 a 100% depende do quê, dependendo, sobretudo, do número de postos de trabalho que são criados e de outras condições, ou seja, depende das características do projecto em si, para todas as empresas”, acrescentou o presidente da Pró-Empresa.

Para a retoma económica, afirmou Pedro Barro que, estando o País em situações excepcionais, o que significa também medidas excepcionais.

“Até agora há financiamento para todo o tipo de projecto e para todas as áreas, independentemente da dimensão do projecto, financiamento que está disponibilizado através dos vários protocolos, dos vários entendimentos obtidos com a banca”, referiu.

Este responsável informou ainda que houve um aumento de formalização de actividades, que já vinha desde antes da crise, e um aumento de inscrição da previdência social.

“A formalização nesses últimos tempos tem acontecido, pelo atendimento que nós fazemos de empresa REMPE (Regime Especial das Micro e Pequenas Empresas), por exemplo, nunca tinha acontecido nada parecido, são centenas de certificação”.

Tudo isto significa, disse, que pequenos negócios já estão sendo formalizados e já estão a aderir ao regime especial das pequenas empresas.

“Temos todas as indicações de que, efectivamente, tem havido um aumento de formalização”, assegurou o presidente do Instituto de Apoio e Promoção Empresarial (Pró-Empresa).

GSF/CP

Inforpress/Fim

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