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Novo seleccionador de futebol de Cabo Verde vai ser anunciado na primeira quinzena de Janeiro próximo

Cidade da Praia, 27 Dez (Inforpress) – O novo seleccionador de futebol de Cabo Verde, a contratar pela Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF), será conhecido na primeira quinzena de Janeiro, de modo a ter margem para preparar a equipa  para o jogo de Março.

Esta informação foi a avançada à Inforpress pelo presidente da Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF), Mário Semedo, que sem apontar nomes, adiantou que a sua equipa tem sempre definido “um perfil para o seleccionador nacional” e que é nesta base que vai procurar preencher o lugar deixado vago por Rui Águas.

“Neste momento ainda não temos nenhum nome em carteira”, realçou o presidente federativo, sublinhando que a direcção federativa estará ciente deste perfil e das pessoas que poderão preencher o lugar de Rui Águas, num ano que se perspectiva muitos jogos da selecção, tanto nas eliminatórias para o Campeonato Africano das Nações, como no Mundial.

Explicou que tal implica “um esforço mesmo grande por parte da federação”, sobretudo financeiro, alegando que jogar estas competições é “muito oneroso”, face a viagens e outros custos inerentes, razão pela qual, asseverou, a FCF terá que ter apoios necessários para poder, de facto, assumir este grande desafio.

Com um orçamento federativo à volta dos 240 milhões de escudos, aprovado na última assembleia-geral, recentemente realizada, a FCF canaliza praticamente 50 por cento (cerca de 120 milhões de escudos) para os compromissos da selecção.

Daí “espera do Governo e dos potenciais parceiros outros meios financeiros”, porquanto a selecção não é financiada pelos subsídios da FIFA, o que obriga a procura de meios próprios para financiar esta actividade.

À semelhança do que acontece em outros países africanos, explicitou, é o Governo que suporta quase tudo da selecção nacional.

Mário Semedo reafirmou que a saída de Rui Águas se enquadra no acordo de princípio do contrato com o ex-seleccionador em que caso surgisse uma proposta vantajosa para ele a FCF não iria opor-se, realçando que actualmente trata-se de uma cláusula usual com todos os treinadores no mundo do futebol e que se estende, inclusive, aos jogadores.

SR/AA

Inforpress/Fim

 

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