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Novo Plano de Gestão da Cidade Velha materializado a partir do próximo ano – IPC

 

Cidade da Praia, 10 Nov (Inforpress) – O novo Plano de Gestão da Cidade Velha no horizonte 2018-2022 vai abranger cinco eixos que vão ser materializados a partir de Janeiro de 2018, informou hoje a coordenadora do Plano de Gestão da Cidade Velha, Ana Silva.

Desde 2012 que o património mundial está sem um plano de gestão, documento este que acompanhou o dossiê de candidatura da Cidade Velha, que em Junho de 2009, foi declarada Património Mundial da UNESCO.

Apesar de o plano (2008-2012) estar desactualizado, por questões administrativas, Ana Silva afirmou que de 2012 a 2015 houve um conjunto de acções desenvolvidas, mesmo que não estivessem integradas no plano de gestão.

Agora, devido as várias exigências da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o Instituto do Património Cultural (IPC) e a Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago reuniram-se hoje com os parceiros para actualizar o plano e traçar um quadro macro para o horizonte 2022.

Segundo a coordenadora, o plano de gestão apresenta um conjunto de actividades que precisam ser desenvolvidas com vista a melhorar a gestão deste sítio e potencializar os recursos existentes, bem como promover a melhoria das condições de vida da população residente.

A proposta do plano de gestão 2018-2022, indicou, está assente em cinco eixos: a questão da gestão urbana, os mecanismos para melhorar as intervenções urbanísticas na Cidade Velha, o envolvimento e participação da comunidade, o turismo e desenvolvimento local e a valorização do património imaterial.

Além destas propostas, Ana Silva espera que com este encontro as instituições ligadas ao ambiente, turismo e habitação indiquem outras acções para o enriquecimento do plano, pois estas são chamadas não só na elaboração, como também na sua materialização.

A ideia, disse, é que todos os actores sejam co-responsabilizados para identificar os problemas, mas também para ajudar a resolver os problemas que Cidade Velha enfrenta.

“De certa forma, esperamos que o plano possa reflectir não só a preocupação da instituição que tutela o património e da câmara, mas também de todos os actores que devem ter uma voz activa nesta questão da valorização de Cidade Velha”, assegurou.

Por sua vez, o edil da Cidade Velha, Manuel de Pina, disse à imprensa que espera que este novo documento espelha a vontade de todos, sobretudo da população local, ou seja, que haja uma apropriação das acções do plano pela população local.

“Espelha, sobretudo, a preservação, a conservação, a manutenção do sítio classificado e a sua valorização, e vai pôr à disposição do grande público todo o potencial histórico e o valor patrimonial do sítio para o consumo”, disse, apontando monumentos como o forte, a igreja e outras infra-estruturas civis.

AM/CP
Inforpress/Fim

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